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A ÚLTIMA

A frase repetida pelo grupo alemão Kraftwerk, na canção The robots, datada de 1977. O vídeo eu deixo abaixo para que você conheça a banda e a música.
We are the robots - nós somos os robôs. O enunciado, acompanhado de outros, com arranjos eletrônicos (eles foram pioneiros no estilo) e vozes metalizadas transformou o clipe em um diferencial na época. A simulação dos componentes como autômatos ou manequins era a sensação e por ser chamativo, foi reproduzida em outras faixas. Reforçando o ponto - si-mu-la-ção, eles sabiam o que estavam fazendo e a encenação terminava assim que o show findava. 

Há momentos que a ladainha dá uma canseira (imagino que você concorde): Ah! É do lado A! Ah! É do lado B! E se não for de nenhum deles, é, do mesmo jeito! A coisa é séria, acredita-se veementemente, é coisa ensinada (fora os que fazem propositadamente, como recurso para tachar ou evidenciar negativamente alguém), um ensino limitado e nocivo.

Não se está tentando com este texto apresentar terceira, quarta via; é mais um chamamento a não reproduzir uma narrativa que hora está em uma, ora em outra cor e só. Aos incapazes de escrever ou falar algo além, resta o We're functioning automatic (Nós funcionamos automaticamente), And we are dancing mechanic (e nós dançamos mecanicamente).

Na cidade, entre os que se opõem, se atraem e se manifestam, é claro, constatam-se poucos bem-sucedidos (ainda bem que há) em posicionar-se, sim, a vida na cidade deve ser de escolhas (torcendo sempre pelas melhores), e avaliar com franqueza e sensatez a fuzarca grafo-vocal-eletrônica.

Finalmente, o escrito visa também solidarizar com os que agem e pensam fora de uma bolha, ou de um cercadinho - você não está sozinho. 



Imagem - Music - mxdwn.com
O Programa de hoje teve a participação do professor de filosofia da UFPE, Rodrigo Jungmann. O tema foi a comparação Lula a Cristo. Ouça.



Esse artigo é para pessoas adultas e capazes de discutir assuntos de gente grande. (caso não seja seu caso, aviso do blogueiro) Fiquei sabendo que o Toddynho está na promoção. Aproveite e vá comprar o seu.

Agora vamos ao debate

1 - O Governo Temer, por mais que tente equilibrar as contas públicas, está de mãos atadas simplesmente porque ainda vive sob o efeito colateral da matriz econômica (irresponsável) do governo Dilma do PT que legou um deficit de 170 bilhões de reais para os brasileiros pagarem. O rombo fiscal foi avassalador e QUALQUER UM que estivesse na cadeira presidencial, cedo ou tarde teria que enfrentar essa situação. AS CONTAS SIMPLESMENTE NÃO FECHAM. É BOM QUE ENTENDAM ISSO DE UMA VEZ.

2 - Em relação ao dinheiro que teria sido "distribuído" para "comprar" deputados, a fim de evitar a cassação de Temer, vale ressaltar que esses recursos estão previstos em lei no orçamento federal e ficam contingenciados para destinação exclusiva de parlamentares em obras nas suas cidades de origem. Logo, mesmo que o Executivo quisesse remanejar esses recursos para cobrir um deficit, a legislação não permitiria qualquer transferência entre contas, sob pena de incorrer no crime de PEDALADA FISCAL. Os deputados tem o ano inteiro para gastar essas verbas em emendas. O executivo só controla as datas de liberação. Foi isso que o Temer fez. juntou a fome com a vontade de comer. Política no Brasil é assim. PMDB é isso.

3 - A legislação orçamentária e tributária é TOTALMENTE amarrada, regulamentada, engessada e impede que em situações como essa se consiga dinheiro de outras rubricas para cobrir passivos, mesmo que esteja sobrando dinheiro em outras.

4 - Alguém acha aqui que o Temer é burro? Quem em sã consciência, com o mandato por um fio, com a corda no pescoço, vai querer aumentar gasolina, sabendo-se que é uma medida extremamente impopular?

5 - Dizer que se não fossem tantos roubos, não estaríamos nessa situação, é uma argumentação até procedente, entretanto ela é muito mais emocional do que racional. Tudo que a LAVA JATO apurou até hoje por exemplo em matéria de corrupção, apesar de criminosa, imoral, que demanda punições exemplares, não passa de 1% de toda a arrecadação federal.

6 - Os problemas fiscais do estado brasileiro vão muito além de desvios e esquemas de propina. Cabe uma observação de que no caso petista, esses desfalques foram exponencialmente maiores do que em todos os casos anteriores, com o agravante de aparelhamento do estado por um partido político visando a perpetuação do poder. Mas o fato é que o Brasil hoje é um Estado INVIÁVEL economicamente e lamento dizer que a tendência daqui para a frente será CADA VEZ MAIS AUMENTOS DE IMPOSTOS.

7 - Nem a PEC do Teto poderá conter o aumento progressivo do custo da máquina pública. A única saída para este problema é enfrentarmos uma discussão COMO HOMENS ADULTOS sobre o CUSTO BRASIL, caso contrário, iremos cada vez mais fundo nesse poço que, acredite, não tem fundo.

8 - A verdade é que poucas pessoas nesse país têm a coragem de colocar na mesa questões como privilégios do funcionalismo público, do poder judiciário, do poder legislativo, da manutenção das estatais, custeio da burocracia, juros da dívida pública e rediscussão do papel do estado na economia.

9 - Todos querem mudanças, todos querem um país melhor, mais justo, com distribuição de renda, soa poético, mas ninguém abre mão dos seus feudos nababescos, sempre acusando um ao outro de terem mais privilégios. O debate fica circunscrito a um mero redimensionamento tributário. Uma espécie de repaginada nas nomenclaturas, criando e extinguindo impostos, mas sem mexer no resultado desejado e único aceitável que é: MENOS DINHEIRO NA MÃO DO ESTADO E MAIS DINHEIRO CIRCULANDO NA ECONOMIA.

Por Marcio Labre
Por Filipe G. Martins e originalmente do Senso Incomum

O dia de ontem marcou o final dos primeiros seis meses da presidência de Donald Trump, que teve início em 20 de janeiro de 2017, após uma das vitórias eleitorais mais impressionantes da história. Por ser a primeira pessoa a chegar à presidência dos Estados Unidos da América sem nunca ter exercido um cargo eletivo previamente e por ser um bilionário de muito sucesso no mundo dos negócios, além de uma figura polêmica e politicamente incorreta, Donald Trump tem sido observado com especial atenção.

Sua experiência empresarial; seu status de outsider; sua abordagem reformista; seu resgate de princípios como a soberania das nações e a auto-determinação dos povos; e uma série de outras características atípicas para um político contemporâneo; somadas ao fato de ele estar à frente da nação mais poderosa e influente do mundo, o colocam sob o olhar atento de políticos e eleitores do mundo todo, que veem em seu governo uma demonstração do que se pode esperar de outsiders, de nacionalistas e de outras categorias de políticos que, direta ou indiretamente, se espelham nele.

Por isso mesmo, este assunto demanda um amplo debate e um balanço mais detalhado destes seis primeiros meses, abrangendo os sucessos e as falhas do Governo Donald Trump. No entanto, nem um debate de qualidade nem um balanço preciso poderão ser obtidos sem uma cobertura equilibrada do que está ocorrendo por lá, o que depende da publicação de matérias que apresentem uma perspectiva distinta daquela que tem bombardeado a grande mídia brasileira.

Para contribuir com esse equilíbrio, deixo aqui uma lista das realizações do Governo, oferecendo um contraponto às matérias que estão sendo publicadas, desde o início da semana, por inúmeros veículos de mídia e que, em sua maioria, apresentam uma perspectiva excessivamente negativa da presidência e até tentam avançar a ideia falsa de que nada foi realizado nestes seis meses.

A lista foi organizada de modo temático, tomando como critério as promessas e os objetivos de Donald Trump e de seus eleitores e não os desejos de seus opositores. Ressalto ainda que essa lista foi elaborada sem qualquer pretensão de ser exaustiva e que muitas outras vitórias poderiam ser mencionadas. Ao final dele, sugiro que a confrontem com o que tem sido mostrado na TV, e perguntem a si próprios se gostariam de ter no Brasil um presidente que fizesse pelo nosso país o que Donald Trump está fazendo pelos Estados Unidos da América.

Vitórias políticas e estratégicas

Nomeou um excelente juiz para a Suprema Corte;
Retirou os EUA do opaco e impermeável TPP;
Aprovou 40 projetos de lei, 13 atos de revisão legislativa e 30 ordens executivas para desfazer decisões nocivas e prejudiciais do Governo Obama;
Ajudou o Partido Republicano a vencer todas as eleições especiais disputadas até agora – todas eram vistas como termômetros da aprovação de seu trabalho;
A credibilidade da grande mídia nunca foi tão baixa;
Canais que não fazem nada além de atacá-lo, como a CNN e a MSNBC, estão experimentando as audiências mais baixas que já tiveram em anos;
Apesar de uma taxa de aprovação pessoal baixa (shy effect), todas as pesquisas mostram que os americanos estão otimistas com a direção do país e com a economia;
Criou uma comissão para identificar, investigar e produzir um relatório sobre fraude eleitoral.

Economia

Congelou a criação de regulações governamentais;
Eliminou regulações que afetavam a economia;
Congelou a contratação de funcionários públicos;
Estabeleceu que uma nova regulamentação só pode ser criada se duas anteriores forem eliminadas;
Criou um programa para identificar e eliminar regulações desnecessárias no setor agrícola;
Anunciou o corte de bilhões de dólares no financiamento da ONU;
Reduziu a dívida americana em 100 bilhões;
Está realizando uma reforma administrativa da máquina estatal;
Está promovendo o corte de gastos administrativos do governo;
Tomou providências para realizar uma auditoria dos gastos públicos;
Estabeleceu um exemplo ao doar todo o seu salário;
A folha de pagamento da Casa Branca de Donald Trump é 5.1 milhões menor do que a da Casa Branca de Obama;
O número de pessoas desempregadas é o menor em 16 anos;
Alguns estados estão passando pela menor taxa de desemprego da história;
O número de pessoas fora do mercado laboral já é menor do que o apresentado dez anos atrás, em junho de 2007;
Desde que Trump foi eleito, cerca de 600 mil novos empregos foram criados;
O percentual de americanos efetivamente empregados tem se mantido acima dos 60%, um patamar que nunca foi alcançado durante o Governo Obama;
Há cerca de 6 milhões de vagas de emprego disponíveis, o maior número da série histórica do Bureau of Labor Statistics;
Desde que Trump assumiu o governo, 589 mil pessoas conseguiram empregos em período integral, melhorando suas condições de trabalho;
O aumento na demanda por mão-de-obra já está elevando os salários reais dos trabalhadores e diminuindo a dependência de programas governamentais;
De fevereiro a abril, a renda familiar média aumentou mil e trezentos dólares, indo de US$58.061,00 a US$59.361,00;
O número de pessoas que dependem de benefícios como o seguro desemprego é o menor desde janeiro de 1974;
O número de dependentes de programas governamentais como o "food stamps" também tem caído mês a mês;
O otimismo dos consumidores já supera os números anteriores à crise de 2008;
O Dow Jones Industrial Average, o NASDAQ e o S&P 500 vêm subindo e batendo recorde atrás de recorde;
Apresentou um programa de reforma tributária, que realizará uma simplificação e uma diminuição drásticas dos impostos;
Os termos do NAFTA e de outros acordos comerciais estão sendo renegociados;
Regulações mais rígidas foram criadas para inviabilizar o lobby de ex-funcionários públicos e agentes do governo;
Recriou o Conselho Nacional Espacial, ampliou o orçamento da NASA e estabeleceu o objetivo de colocar o homem em Marte até 2030, com a finalidade de facilitar o desenvolvimento de novas tecnologias.

Política externa e segurança nacional

Conduziu com maestria e força momentos difíceis como o uso de armas químicas na Síria;
Está pressionando a China e a Rússia e criando um ambiente sem precedentes para conter as loucuras da Coréia do Norte;
Reverteu as mudanças promovidas pelo Governo Obama que favoreciam a ditadura cubana;
Anunciou um cessar-fogo na Síria;
Encerrou o programa da CIA que armava os rebeldes sírios (dentre os quais, muitos eram ligados à Al Qaeda e ao próprio ISIS);
Concedeu mais autonomia ao Departamento de Defesa, o que resultou no uso da GBU-43B (conhecida como "mãe de todas as bombas) contra um complexo de túneis utilizados pelo ISIS no Afeganistão. O ataque matou pelo menos 100 terroristas, incluindo quatro comandantes importantes, sem qualquer baixa de civis.
O ISIS está vivendo o seu pior momento e está próximo de se tornar uma organização meramente simbólica;
Impôs uma nova rodada de sanções contra o Irã;
Anunciou a expansão de 21 bilhões de dólares no orçamento das Forças Armadas;
Está desenvolvendo um programa para ampliar a Marinha americana e o poder bélico dos EUA em geral;
Libertou prestadores de serviço humanitário no Egito;
Impediu que Sabrina de Sousa, uma agente da CIA, fosse extraditada para a Itália;
Conseguiu a libertação de inúmeros prisioneiros civis e militares nos exterior;
Segundo o pai de Otto Warmbier, que foi mantido em uma prisão norte-coreana até junho de 2017, se o Obama tivesse se engajado tanto quanto o Trump na negociação o seu filho teria tido um destino melhor;
Acordou a venda de recursos energéticos americanos para a Polônia, dando autonomia e independência para o seu maior aliado no Leste Europeu;
Tem se aproximado dos países da Iniciativa dos Três Mares para conter o avanço russo sem fortalecer a União Européia;
Escolheu, para sua primeira viagem internacional como presidente, um itinerário simbólico que incluía Jerusalém, Riyadh, o Vaticano e Bruxelas;
Realizou um dos melhores discursos da história recente em Varsóvia na Polônia, se comprometendo a defender a Civilização Ocidental;
Renegociou a compra de 90 caças F-35 da Lockheed Martin, reduzindo 725 milhões de dólares nos custos com que o Governo Obama havia concordado e abrindo o caminho para a economia de bilhões ao longo do programa.

Segurança migratória e das fronteiras

Acabou com a política "Catch & Release", leniente e negligente com a imigração ilegal;
Reduziu em 73% a travessia ilegal das fronteiras americanas;
Aumentou em 38% a prisão de imigrantes ilegais;
Aumentou em 40% a deportação de imigrantes ilegais;
Ampliou a segurança nas fronteiras e tomou previdências para facilitar o trabalho dos agentes de segurança;
Os agentes de controle alfandegário e de imigração realizaram quase 42 mil prisões em 100 dias;
Aprovou uma lei que aumenta a punição de criminosos, caso eles já tenham sido deportados previamente;
Cortou o envio de fundos para "cidades santuários", que dificultam o combate à imigração ilegal;
Aumentou o orçamento da ICE, a agência que exerce função de controle alfandegário e de imigração;
Anunciou a ampliação do quadro de agentes da ICE;
Colocou uma equipe de engenheiros e especialistas para planejar a construção do MURO, que deve começar em breve.

Combate à infiltração de terroristas

Aprovou o banimento temporário do ingresso de pessoas originárias de um grupo de Estados falidos ou que financiam o terrorismo;
Reduziu em 50% a recepção de refugiados;
Os perseguidos (cristãos e outras minorias) passaram a ter prioridade frente aos perseguidores (terroristas islâmicos) no programa de refugiados;
Está tomando providências para estabelecer um programa para vetar o ingresso de extremistas.

Segurança pública

Solicitou estudos para encontrar formas de ampliar as penas para crimes violentos;
Tornou o Departamento de Justiça um ambiente menos hostil para os policiais e outros agentes de segurança;
Facilitou o processo de levantamento de fundos e de orçamento por parte das polícias locais;
Aprovou uma lei que facilita e agiliza o auxílio para a família de policias mortos em atividade;
Identificou um esquema fraudulento no sistema de saúde envolvendo 412 pessoas e o desvio de 1.3 bilhões de dólares;
Enviou agentes federais para auxiliar no combate à epidemia de crimes violentos em Chicago.

Energia

Autorizou e estimulou a aceleração dos dutos de Keystone e Dakota;
Retirou os EUA do Acordo de Paris, evitando que a economia fosse afetada por uma carga extra de regulações ineficazes;
Tomou providências para desregulamentar o setor energético, o que já tem gerado milhares de empregos;
Ampliou a área do Alaska que pode ser explorada para a extração de recursos energéticos;
Pediu uma reforma do Departamento de Energia para agilizar o processo de aprovação de operações de exploração de gás e petróleo;
Eliminou uma lei que impedia a criação de novas operações de extração de petróleo do fundo do mar e solicitou uma revisão de todas as regulações do setor energético;
Negociou a ampliação da venda de recursos energéticos para a Polônia e outros países do Leste Europeu.

Questões sociais e educação

Cortou o financiamento de organizações que promovem o aborto no exterior;
Aprovou medidas que asseguram e ampliam as liberdades religiosas;
Anunciou o fim da intervenção federal na educação de crianças de até 12 anos;
Reverteu a lei que permitia que os estudantes de escolas públicas utilizassem o banheiro destinado a pessoas do sexo oposto;
Eliminou regulações para facilitar o ingresso de jovens em programas de aprendizado e treinamento profissional, bem como de ensino vocacional;
Solicitou que sua Secretária de Educação combata ativamente o Common Core e crie um programa para devolver o controle das políticas de educação para os estados;
Tem dado todo o auxílio (fundos e especialistas) para resolver os problemas ligados à contaminação da água na cidade de Flint, no Michigan.

Atos simbólicos

Foi o primeiro presidente, desde Ronald Reagan, a discursar na convenção anual da NRA, a Associação Nacional de Rifles, maior responsável pela manutenção do direito de portar armas nos EUA e no mundo;
Mike Pence, seu vice, foi designado para fazer um discurso na Marcha Anual pela Vida, se tornando o primeiro vice-presidente da história a participar do evento;
Trump também designou sua conselheira Kellyanne Conway para falar no evento e explicitar o apoio do presidente aos movimentos pró-vida;
Em vez de realizar o seu primeiro discurso de formatura na Universidade de Notre Dame, como todos os presidentes, Trump fez seu primeiro discurso numa universidade conservadora, a Christian Liberty University. No discurso, ele lembrou que "na América, não adoramos o governo, nós adoramos Deus e Deus somente";
A Casa Branca criou um grupo diário de oração e um grupo semanal de estudos bíblicos;
Em vez de comemorar o centésimo dia de seu governo no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, o presidente optou por ir para Pensilvânia se reunir com os seus apoiadores. Isso fez dele o primeiro presidente, desde o Reagan, a não participar do jantar;
No mesmo dia, uma pesquisa do Morning Consult descobriu que 37% dos americanos confiavam mais na Casa Branca do que na mídia enquanto 29% confiavam mais na mídia do que na Casa Branca;
No dia de sua posse, anunciou a criação do Dia Nacional do Patriotismo;
Ainda em seu primeiro dia de governo, ele retornou o busto do Primeiro Ministro britânico Winston Churchill ao Salão Oval, de onde o Obama havia o removido. Ele também aceitou a oferta do Reino Unido de emprestar outro busto de Churchill para a Casa Branca.
Em junho, o Homeland Security anunciou o corte do financiamento para inúmeras organizações islâmicas que recebiam fundos do Governo Obama.
O Departamento de Justiça abriu um processo contra dois médicos e uma terceira pessoa por realizarem mutilação genital no território americano, a primeira demonstração de executar a lei que proíbe esse ato desde que ela foi criada em 1996.

Apesar do que tenta dizer a grande e velha mídia, na realidade é bem difícil apontar quais seriam os deméritos do primeiro semestre de Donald Trump como homem mais poderoso do mundo.
Construções religiosas mais antigas da cidade, as igrejas católicas em Matriz da Luz (Nossa Senhora da Luz, acima, e Nossa Senhora dos Homens Pretos, abaixo), datada a primeira do século XVI e a outra, tempo depois, olham-se com a Praça Diácono Adão José de Moraes no meio. 
Comunidades, cultura, educação e desenvolvimento foram gerados no entorno desses pilares.
Hoje, onde a história da cidade começou é mantido o ar bucólico e interiorano.
































Olhando o Distrito de Matriz da Luz.



Do PragerU e Tradutores de Direita.

Por uma brecha no telhado vê-se um bonito fim de tarde e um pássaro desafiando o ar com seu voo capturado pela lente. Os demais e eu assistimos, eles instintiva e eu conscientemente. Pensar é para qualquer, internalizar, não.


Fausto Neto esteve hoje (20 de julho) em Matriz da Luz, na Associação Nova Esperança dos Moradores do Distrito e lá conversou com Zezinho Corredor a respeito de um trabalho realizado no local. Ouça e veja:


"É mais fácil compreender a mente de um gênio que a de um idiota. Se a do gênio, por mais complexa e rica que seja, orbita sempre em direção a algum princípio de unidade, fazendo dele um gênio precisamente por isso, a do idiota carece de qualquer articulação de conjunto, perdendo-se numa poeira de impressões inconexas que, não podendo ser explicadas umas pelas outras, têm de ser enfocadas uma a uma, isoladamente, e referidas tão-somente a estados externos fortuitos e transitórios que deixaram sua marca acidental numa mente fútil cuja única atividade consiste em borboletear. 
Se há biografias que nos fazem por vezes vislumbrar a unidade íntima da alma de um Goethe, de um Napoleão Bonaparte, de um Beethoven, de um T. S. Eliot ou de um William Faulkner, nenhum estudioso de vidas humanas logrou jamais delinear com igual precisão a alma de um idiota, pelo simples fato de que ela não tem delineamento nenhum e é apenas uma coleção de resíduos deixados por acontecimentos de toda sorte, como uma espécie de imagem fragmentada do caos, uma poeira de ninharias.".

Olavo de Carvalho.

Por isso é preciso algum grau mínimo suficiente para ler e interpretar um texto.