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O "lobo" e o "cordeiro" às avessas

Por: | 19:56 Deixe um comentário

Ponto 1 - base de raciocínio: judeus fazem piadas ridicularizando Jesus, um israelita que não comungava dos preceitos judaicos como fim da salvação pela Lei de Moisés. Este povo sofreu bastante, desde o exílio na Babilônia à perseguição nazista, esta dizimando milhões do povo semita. Exemplos como esses deveriam ser suficientes para fazê-los enxergar os perseguidos por um viés diferente, mas não foi isso que aconteceu. Mesmo que eu costure uma crítica branda, o que estou fazendo, posso ser julgado de intolerante, racista e perseguidor dos judeus, como se todo castigo imposto aos seus antepassados e alguns parentes atuais os isentassem de qualquer repreensão, permitindo que digam, façam o que quiserem, sob a alegação de eternos "coitadinhos". Em suma: podem o ilícito, sem nenhuma advertência.

Ponto 2 - outros "implicados": temos uma ditadura do "gênero", ponho entre aspas, pois isso é algo discutível, uma vez que se precisa ser razoavelmente consciente para permanecer naquele gênero ou mudar, optar, embora a natureza não tenha feito isso. Parece que esta errou, sendo necessária uma correção, impondo às pessoas religiosas uma mordaça, maneira disfarçada de perseguição à opção que alguns dizem ter - aqui percebemos que ela precisa ser forçada cirúrgica, hormonal ou quimicamente. Minorias existem e precisam ser respeitadas, todas, isto é verdade. No entanto alguns supostamente esquecem que a expressão todas se refere exatamente a isso. Posso emitir minha opinião sobre muitos assuntos e o faço. Quero sempre argumentar ao fazer isso. Não quero que algo seja imposto, mas sim pensado e decidido.

Finalmente: Apesar de público, este texto será limitado de raciocínio para alguns por intolerância, outros, devido a certa superficialidade provocada, no entanto será útil a todos. Admito as liberdades constitucionais e é por elas que também defendo a minha, não aceitando a ditadura de quem quer que seja, e principalmente de quem se esconde maldosamente por trás de um estereótipo por si mesmo criado, querendo estar acima de tudo.

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