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Vacina moral necessária:

Por: | 20:33 Deixe um comentário
Qualquer um dos tipos de desonestidade vêm da elaboração mental. Para desviar o foco de um erro, aponta-se o mesmo em outras pessoas (não importa a tipologia, proporção ou verdade a respeito). Para concordarem com tais, conta-se metade da história (e se "colar, colou"). Para defenderem o lado errado, impõe-se, ameaça-se das coisas imagináveis e não (para constatar que a maldade desconhece limites).

Já escrevi antes sobre apontar falhas e não solucioná-las como um recurso não só irresponsável, como também ausente de vontade real e inteligência. Quem faz assim apenas aproveita-se de uma onda verborrágica ou ênfase equivocada. Assim agem os espertalhões plantonistas ou perenes, há muitos destes.

Ser muito bem informado vai além da leitura dos sites, blogs, jornais diários. Eles podem (e infelizmente, sim) apresentar o lado irreal, falso, torpe do que ocorre. É preciso maior análise, investigação e mesmo esforço com o intuito de não ser enrolado. Entendo que o desonesto pode agir de muitas formas, todas que atinjam seu intento, não interessa o quão pareça estranho, o negócio é dar certo.

Quanto ao honesto, atua de duas formas: ou de maneira ingênua, inocente, ou acertada. A primeira, desejada por intelectuais e ideólogos torna o alvo pouco desafiador e assim é levado na conversa "fiada" e danosa. A segunda maneira é extremamente perigosa, sabem os demagogos, então tornados insuficientes os argumentos furados, precisam criar um ambiente de ameça real ou imaginária.

Lembre-se, os vilões esperam sua condescendência, convencimento de que é apenas um lado da moeda, só uma simples opinião contrária, algo inofensivo e até necessário. O perigo certo e previsível é na realização desse "plano". Ou impossível de conserto, ou penosamente solúvel.

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