way2themes

Nem honesta nem confiável, perfil mínimo da candidata Hillary Clinton. Qualquer semelhança com... Não é mera coincidência:

Por: | 11:46 Deixe um comentário
Dilma e Hillary: as “primeiras mulheres” que nunca sabem de nada dos esquemas que as beneficiam
Blog compara esquerdas brasileira e americana (e escândalos) para desgosto da patrulha

Por: Felipe Moura Brasil



Toda comparação entre esquerdas brasileira e americana é recebida com a patrulha da proibição de comparar, exercida por brasileiros que – monoglotas e/ou informados exclusivamente pela imprensa nacional – desconhecem as práticas da esquerda americana, esmiuçadas em vasta bibliografia que, em sua faceta mais contemporânea, vai desde a fonte intelectual em “Pensadores da nova esquerda”, do filósofo inglês Roger Scruton, até “O livro negro da esquerda americana”, de David Horowitz, passando pela obra de Dennis Prager, Thomas Sowell, Ann Coulter, Mark Levin, Bill O’Reilly, Sean Hannity, Ben Shapiro, Larry Elder, os irmãos David e Rush Limbaugh, e outras dezenas de autores.

Sou generoso, claro. Os patrulheiros, na verdade, desconhecem o próprio sentido do verbo comparar.



A existência de diferenças entre Hillary Clinton e Dilma Rousseff soa a qualquer cabeça-dura ou petulante como prova de que toda comparação sobre suas similaridades é indevida, como se a maior articulação verbal de Hillary, por exemplo, impedisse a constatação de que, em assuntos tão ou mais graves, ela mente ou se faz de sonsa ao povo americano como Dilma ao brasileiro.

A “primeira mulher” candidata à presidência por um dos dois maiores partidos dos Estados Unidos, como alardeou a imprensa após o anúncio oficial na terça-feira, é de fato a primeira a mentir – e ser desmascarada pelo FBI – sobre o uso de um servidor pessoal de e-mail que pôs em risco informações ultra-secretas enquanto era secretária de Estado; a primeira a mentir sobre os responsáveis por um ataque terrorista – em Bengasi, em 11 de setembro de 2012 – e a primeira a mentir até pessoalmente para a família de uma das vítimas, garantindo que encontraria o autor de um vídeo que o governo Obama culpou em período eleitoral para não prejudicar a campanha de reeleição que cantava vitória contra a Al-Qaeda.

Após a reeleição, quando as investigações a pegaram na mentira, Hillary foi também a “primeira mulher” a perguntar “que diferença faz a esta altura?” – no caso, a “diferença” de dizer a verdade; e não por acaso 68% dos americanos acham que a atual candidata não é honesta nem confiável.

Agora, mais uma similaridade aparece simultaneamente entre Dilma e Hillary: ambas alegam não saber dos esquemas partidários dos quais foram as maiores beneficiárias políticas.

Em entrevista desta quarta a uma rádio de Uberlândia, Dilma chegou a culpar o PT pelo pagamento de propina ao marqueteiro João Santana (que confessou à Lava Jato saber apenas de “caixa dois”) por meio do operador Zwi Skornicki (que admitiu se tratar mesmo de propina do petrolão). Em discurso decerto ditado por seu advogado José Eduardo Cardozo, a petista disse:

“Se ele recebeu 4,5 milhões de dólares, não foi da organização da minha campanha, porque ele diz que recebeu isso em 2013. A campanha começa em 2010 e, até o fim do ano, antes da diplomação, ela é encerrada. Tudo que ficou pendente sobre pagamentos da campanha passa a ser responsabilidade do partido. Minha campanha não tem a menor responsabilidade sobre em que condições pagou-se dívida remanescente da campanha de 2010. Não é a mim que você tem de perguntar isso. Ele (João Santana) tratou essa questão com a tesouraria do PT”.

Dilma foi eleita com dinheiro roubado da Petrobras, mas culpa o partido para se blindar.

Com a nova confirmação do TSE de que sua campanha também contratou uma empresa de fachada (DCO Informática) que subcontratou a empresa (2K Comunicações) do assessor (Keffin Gracher) do tesoureiro da própria campanha (Edinho Silva), ela ainda terá de readaptar o truque para evitar sua cassação.

Já Hillary Clinton, em entrevista no sábado ao programa “60 minutes”, da emissora de TV americana CBS, negou saber da sabotagem praticada pela cúpula do Partido Democrata à candidatura de seu rival nas primárias Bernie Sanders e revelada pelo site Wikileaks, que divulgou cerca de 20.000 mensagens internas de e-mail da legenda.

“Eu não sabia nada sobre isso, e eu não li qualquer um desses e-mails”, repetiu Hillary várias vezes em trechos – oh, surpresa! – cortados da versão do programa exibida no domingo e publicados discretamente apenas no site da CBS.

(Como a imprensa brasileira só traduz o que a mídia esquerdista americana destaca, o corte desmascarado pela mídia independente não foi noticiado no Brasil.)

Hillary venceu as primárias por meio de sabotagem, mas – como Dilma em fraudes fiscais, petrolão e propina a Santana – nada sabe a respeito.

Assim como Lula fez com Dilma ao longo dos anos, o ex-presidente Bill Clinton ainda tentou humanizar a esposa na noite de terça com longo discurso na convenção do Partido Democrata sobre a história de amor do casal (sem citar amantes como Monica Lewinski, é claro). Sempre foi assim: na falta de empatia com o público e um currículo de realizações, Dilma e Hillary se apoiam na força de seus padrinhos políticos para subir na vida.

Todo esse cenário mostra que esquerdista que fala em inglês é esquerdista do mesmo jeito, como diz meu compadre Alexandre Borges; embora uma porção de brasileiros que se descontaminaram do petismo, mas talvez não de Arnaldo Jabor, ainda se negue a entender essa obviedade escancarada nas similaridades entre as práticas de Dilma e Hillary, petistas e “democratas”, para muito além da mentira:

– explorar politicamente (na falta de maiores méritos) sua condição feminina;

– explorar o ressentimento das “minorias”, jogando negros contra brancos, pobres contra ricos, gays contra héteros, mulheres contra homens;

– alimentar tensões raciais e sociais com retórica antipolicial que legitima ataques contra agentes da lei;

– demonizar adversários com rótulos infamantes sem conexão com a realidade;

– tratar bandidos e terroristas como vítimas da sociedade ou das ações militares no exterior;
– responsabilizar a “cultura do estupro” por atos de estupradores reais e/ou forjados em falsos levantamentos;
– violar as leis inerentes ao cargo público que ocupa;
– receber doações sem transparência e tomar decisões favoráveis aos doadores (como ficou claro no escândalo da Fundação Clinton, cujas investigações seguem avançando);
– defender o desarmamento da população civil;
– defender as cotas raciais em universidades;
– defender a legalização do aborto (financiado com verbas federais);
– edulcorar as próprias políticas e amenizar ilegalidades com eufemismos (não é matar bebês no útero, por exemplo, é ser pró-escolha);
– abrir as portas dos banheiros de meninas para meninos desde a mais tenra idade;
– pregar o aumento do tamanho do Estado e de políticas assistencialistas financiadas por pagadores de impostos cada vez mais altos, que trabalham para sustentar os currais eleitorais de esquerda; e por aí vai.
Por essas e muitas outras, este blog torce para que os brasileiros despertem do berço esplêndido em matéria de política internacional e que, em novembro, Dilma dê a Hillary as boas-vindas à irrelevância. Há mulheres muito mais sinceras e capazes neste mundo.

Felipe Moura Brasil

0 comentários:

Postar um comentário