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"Fraude eleitoral e incitação de violência":

Por: | 15:23 Deixe um comentário
Fraude eleitoral e incitação de violência: o escândalo dos operadores da campanha de Hillary que imprensa ignorou
Se houvesse cobertura dos EUA no Brasil, não só torcida, você leria isto em todos os jornais.
Hillary Creamer
Se houvesse cobertura jornalística dos Estados Unidos no Brasil, e não apenas tradução de matérias de agências e veículos de esquerda que naturalmente omitem do público as informações prejudiciais ao Partido Democrata e sua candidata Hillary Clinton, você teria lido em todos os jornais nesta semana do terceiro e último debate presidencial americano notícias sobre o escândalo que este blog resume abaixo após noticiá-lo e comentá-lo desde o começo no Twitter.
O produtor James O’Keefe, presidente da fundação Project Veritas (Projeto Verdade), vem divulgando vídeos de câmeras escondidas que flagraram operadores do Partido Democrata (1) admitindo ter incitado violência em atos de campanha de Trump por meio de ativistas pagos, incluindo sem-teto e doentes mentais; e (2) discutindo mecanismos para fraude eleitoral por meio do registro ilegal de imigrantes hispânicos, além de meios de trazer eleitores de um estado para outro ilegalmente.
Descobriu-se então que Robert Creamer, um dos operadores flagrados, visitou 340 vezes a Casa Branca desde janeiro de 2009 (média de 1 vez por semana), tendo 47 encontros pessoais com Barack Obama, incluindo um no escritório do presidente conhecido como Salão Oval, de acordo com os registros oficiais do próprio governo.
Não causou surpresa, tampouco, a revelação de que Creamer é colaborador do jornal de esquerda Huffington Post – e detalhe: um colaborador “que cobre… fraude eleitoral”, ironizou O’keefe no Twitter. “Huffington Post, vocês já o demitiram?”
Creamer post
Em 2005, Creamer já havia sido condenado a cinco meses de prisão por fraude bancária, mas somente após a revelação do vídeo de O’Keefe, ele foi demitido ao menos da Democracy Partners (Parceiros da Democracia), firma de “consultoria” que trabalha lado a lado com a campanha presidencial de Hillary.
Subcontratado de Creamer, Scott Foval também foi flagrado admitindo, por exemplo, que uma mulher de 69 anos – cuja idade avançada obviamente ajuda a legitimar a pose de vítima – havia sido paga para participar de um evento de Trump no qual depois afirmou ter sido agredida.
“Ela era uma dos nossos militantes”, disse Foval, sem saber que estava sendo gravado. “A campanha [de Hillary] paga o DNC [sigla em inglês para Comitê Nacional Democrata]; o DNC paga a Democracy Partners; a Democracy Partners paga o Grupo Foval; o Grupo Foval vai e executa a merda”, relatou ele.
“Nós manipulamos votos com dinheiro e ações, não com leis”, confessou Foval, acrescentando que esta prática vem sendo realizada contra republicanos “imbecis fodidos há 50 anos e não vamos parar agora, vamos apenas encontrar um modo diferente de fazer isso”.
Diretor nacional de campo da Americans United for Change (Americanos Unidos pela Mudança), Foval também foi demitido da entidade após a divulgação do vídeo.
“Realmente não parece que a Americans United for Change ‘sempre operou de acordo com os mais altos padrões éticos e legais'”, ironizou O’Keefe, citando a nota oficial de Brad Woodhouse, presidente da entidade.
Descobriu-se também que a ativista Zulema Rodriguez, flagrada reivindicando crédito pelos protestos violentos em Chicago que forçaram Trump a cancelar um ato de campanha em março, estava duas semanas antes, em 29 de fevereiro, na folha de pagamento da campanha de Hillary, tendo recebido 1.640,34 dólares.
Comparsa de Rodriguez e empregado de Creamer na Democracy Partners, Aaron Black, cujo nome verdadeiro é Aaron Mentor, foi igualmente flagrado em vídeo contando como os três fabricaram o suposto protesto “espontâneo” de Chicago e admitindo o objetivo de fazer parecer que isto vem das pessoas, não do Partido Democrata e da campanha de Hillary.
Para completar, Aaron Black e Robert Creamer são citados nos e-mails de John Podesta, chefe da campanha de Hillary, vazados pelo Wikileaks, como operadores a serem acionados para determinados trabalhos de campo do partido, decerto o trabalho sujo.
O lado mais cômico dessa história é um vídeo publicado no Youtube que mostra com, além dos e-mails de Podesta, até imagens da própria CNN confirmam as revelações dos vídeos do Project Veritas. O recado final é emblemático do nosso tempo:
“Se até uma mãe dona de casa consegue descobrir isso com uma simples busca na internet, simplesmente imagine o que um repórter de uma grande emissora poderia fazer. Vergonha de vocês! Façam seus trabalhos!”
Já o candidato republicano Donald Trump elogiou as pessoas que trouxeram o caso à tona, lembrou da violência em Chicago que ele não sabia de onde tinha vindo e afirmou que agora ficou claro que eram ativistas pagos pela campanha de Hillary.
“Isto é comportamento criminoso que viola séculos de tradição de eleições pacíficas e democráticas. Uma campanha como a de [Hillary] Clinton que incita violência é verdadeiramente uma campanha que fará qualquer coisa para vencer. E uma candidata como a trapaceira Hillary Clinton que mente para o Congresso, mente para o FBI, destrói 33 mil e-mails, coloca seu cargo à venda [referência ao toma-lá-dá-cá da então secretária de Estado com doadores da Fundação Clinton] e coloca informações confidenciais ao alcance dos nossos inimigos [com uso de servidor privado de e-mail para escapar da vigilância dos órgãos de controle] é uma candidata que é verdadeiramente capaz de qualquer coisa, incluindo fraude eleitoral”, detonou Trump.
Assista.
Felipe Moura Brasil

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