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Sobre a mudança dos comandos policiais militares em PE - Pelo direito de esbravejar... E só!

Por: | 19:11 Deixe um comentário

(É semelhante a uma  conversa com a estátua, não a pessoa)

Situação na Segurança Pública e milhares de comentários, compartilhamentos nas redes comunicativas, constatando o absurdo do aumento da violência, a falta de competência, vontade frouxa de reparar o estado de coisas.

Isso lembra-me certa vez, quando apresentava um programa de generalidades, no sábado, e uma pessoa ligou querendo desesperadamente falar a respeito de um problema que não dizia respeito nem ao ao dia, horário e temática. Mesmo assim, aquela precisava desabafar: "Eu sei, mas deixe eu falar!". E deixei. Vinte e cinco minutos depois, já aliviada ela desliga, mas não sem antes eu advertir que ligasse na segunda-feira, para que conseguisse resolver seu problema. A resposta foi: "Deixa para lá". Quem ligara não queria ver solucionado o problema e (espero que não) assim não seguir a vida mais confortavelmente.

E isso não fica por isso mesmo, a quem se opõe politicamente. É claro que aparece quem busque lucro político no estado de conflito em Pernambuco: "Veja o quê o governador não fez, deixou de fazer, etc. Eu tenho a solução" (não reproduzi fala de ninguém, apenas "conjecturei"). Daí esperamos algo que realmente faça diferença, uma ideia cem por cento inovadora, melhorada, no entanto a cantilena é a mesma: aumento de efetivo, inteligência eletrônica, salário compatível...

Precisamos de pessoas que coloquem o ovo em pé sem que outros tenham visto e digam: eu sei fazer. Falar o quê se deseja é distante da concretização e, também, como está no título da postagem, não deve ser caso só para lamento popular.

Isso passa pela mudança de paradigma cultural, a forma ideológica de organizar a segurança ou de abandoná-la, aumentando a sensação e a realidade de insegurança para que no grau máximo de desespero se aceite qualquer coisa, até a perda de liberdade social, desde que não se perceba mais a presença dos malfeitores. 

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