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Ele não só morreu, como floresceu, ressurgiu:

Por: | 17:13 Deixe um comentário
Os discípulos não tinham exatamente problemas cognitivos, já que entendiam as simples proposições de Jesus, as parábolas com seus elementos locais eram perfeitamente compreendidos; o além disso é que dava significado espiritual a exemplos físicos e mais exigente a ouvidos religiosos era. Ora, uma pomba é um pássaro, uma moeda, objeto de valor... No entanto Jesus não falava de animais e objetos por serem o que são, mas o que representam na escola da fé. 

Acostumados às mensagens dos religiosos da época, fariseus, doutores da Torá, etc., era preciso ir além da lei e dos profetas a fim de enxergar a Cristo, ver o Reino e nele entrar. João, um dos que conseguiu, percebeu tão bem que foi capaz de escrever, inspirado: "Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, ou seja, aos que creem no seu Nome". (Jo 1:12). Foi preciso mais contato, mais vivência, mais dependência, mais Ele neles até que chegassem à: "...unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da estatura da plenitude de Cristo." (Ef 4:13).

Quando atingimos esse patamar, uma mensagem de Páscoa não passa (trocadilho) mais em vão, não se torna uma cerimônia enfadonha, mas o reconhecimento dEle e sei que aos corações de alguns é só um tema de escola, avaliação messiânica, daí podemos ser como os gregos, querendo apenas ver Jesus (Jo 12:21), porém verdadeiramente diferente de uma atração, o sacrifício salvífico fora o objetivo: sem ele, miseráveis permaneceríamos (Rm 7:24) e o maior esforço possível tornaria-se debalde, vão o exercício exaustivo.

Nesse ponto já podemos divisar: "Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna."
Jo 12:24-25. Nós, com os frutos sadios (sem qualquer exclusivismo, exclusão, mas reconhecimento) damos a continuidade de vida plena e a reprodução.

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