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Em São Lourenço, a metalinguística da notícia local:

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É preciso, mesmo tendo apontado a palavra em posts anteriores, no blog, apresentar outra vez a definição: a metalinguagem ocorre quando o emissor explica o código usando o próprio. Em outras palavras, aqui, no texto, é a informação referindo-se a ela e, de maneira como ela é demonstrada no município. Esse escrito sobre a comunicação de notícias sendo explanada pela comunicação local. 

Não quero rumar para a divulgação de informações do estado, país e até mundo, deixo isso a outra publicação. A maioria dos locais só reproduz o que a cultura marxi-sócio-comuno-esquerdista (isso tudinho para que um dedo não tente enrolar outros, que possa viver fora da mão, como se dela não fizesse parte) que ocupa grandes setores e meios de mídia incute aos símplices.

A elaboração do texto se dá por causa da criação de um grupo, denominado SLM na política, este pensado por Cláudio Costa, do site SLNET1 e uma boa iniciativa à discussão dos problemas do município, da atividade executiva, parlamentar, um canal de afinamento e refinamento da cidadania, em tese, pois para essas duas qualidades acontecerem, não se podem nem fazer parte do coral das gralhas (que fazem um barulho infernal e só), nem vociferar (pronunciar-se colericamente), nem fazer assertivas (afirmações) sem refletir. Mesmo as pessoas mais simples, ou de um vocabulário limitado podem desenvolver os dois fortes.

As ações da prefeitura, através de seus programas e secretarias, da câmara nas suas leis, requerimentos e fiscalização, reclamações de ouvintes às rádios, textos nas redes sociais precisam ser avaliados muitíssimo bem para que sejam traduzidos os desabafos, os furos, as cobranças como devidos, sem passionalidade. Essa transformação necessita ser feita para que se confie no meio comunicativo, pois é duplamente negativo não só saber do erro e comprovar, mas passar o vexame de saber que se conhece isso. 

É o caso que ouvi de um edil, seu repúdio ao bloguismo sujo local (aquele que não é nada discreto em militar mais que levar a notícia) e eu entendo seu descrédito e desprezo a isso. Errado seria não se informar e não perceber a clara jogada, ainda que seja alguém com alguma afinidade, proximidade. Muito justo, parlamentar. Você faz o certo. Então, o vereador não desejando ser enganado (não é desonesto ou ingênuo) passa a prestigiar outros sites.

Foi-me pedido que compartilhasse determinado conteúdo e antes de fazê-lo, analisei se atendia ao público ou se ao interesse particular. Não fiz o repasse, embora o conteúdo fosse verdadeiro, no entanto a questão é a quais grupos atendem, quem se beneficia com isso. Mas aí, ao não divulgar imediatamente, o que se deve fazer? Da mesma maneira que se corrige uma redundância (repetição desnecessária), pleonasmo vicioso. Reescreve-se o texto, corrigindo-o.

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