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Olhar internacional - Sobre os EUA, Coreias e o além disso:

Por: | 16:09 Deixe um comentário



(área de "interesse": China (querendo manter a hegemonia e razoável aliança ao Kim Jon, geopolítica e ideológica), Rússia (por ser tão comunista quanto a Coreia do Norte e China e torcer por uma derrota dos EUA, desequilibrando os antagonismos), Coreia do Norte (do tiranete que provavelmente já possua a bomba de pulso eletromagnético), Coreia do Sul (temerosa com terror nuclear), Japão (aliado dos EUA e alvo primário do Kim) e fora do mapa, os EUA (contraponto aos contendores). Imagem: Pinterest.

Amanhã (sábado), o ditador comunista norte-coreano, Kim Jong-un comemorará o dia do Sol, o centésimo-quinto aniversário de Kim Il Sung, avô falecido do atual tiranete e nessa comemoração será tradicionalmente feita apresentação que demonstre força bélica do país, o qual se alguém não rir ou chorar diante do Kim, será morto.
(Campo de testes nucleares em Punggye-ri nos preparativos finais)

Essa demonstração de força está planejada além dos desfiles de carros, tropas militares e o público forçosamente feliz. Ficou planejado um teste nuclear, mais um dos que foram realizados e o seu tipo é que tem sido mais preocupante, algo além da quebra ou fusão de partículas, do grande calor e contaminação. A bomba de Pulso Eletromagnético, assunto tratado mais adiante.

Há quem defenda que outros países desenvolvam a energia atômica para além da geração energética, pois o respeito ou o temor aos possuidores imporiam mais cuidado das demais nações, no entanto ninguém consegue contrariar que é bastante perigoso tal capacidade a países instáveis democrática e ideologicamente conhecidos.

Entendendo que os testes mais ameaçam os países vizinhos, Coreia do Sul e Japão (e concordamos que sim) do que desenvolvem um sistema protetivo (até porque, o Kim é uma ameaça ambulante pelo que já disse e fez, sua opressão ao povo norte-coreano, a maneira agressiva e aproveitadora quanto à vizinhança)





USS Carl Vinson, em foto de arquivo, de 28 de março, em exercício no Oceano Pacífico (Foto: Matt Brown / US Navy / via AFP Photo)
  
a isso, foi enviada uma frota dos EUA, composta pelo porta-aviões Carl Vinson e sua força de ataque - construído entre os anos 70 e 80 e pertencente à Classe Nimitz, dos super porta-aviões, nuclear, ele comporta pouco mais de seis mil homens e pode carregar até noventa aeronaves (aviões e helicópteros). Duas de suas últimas ações foram no terremoto ocorrido no Haiti, em 2010 e na morte de Osama Bin Laden, em 2011. No mês passado, o Carl Vinson esteve na Península coreana, em exercícios conjuntos à Coreia do Sul. Somado ao porta-aviões, acompanham o Grupo de Ataque (Carrier Strike
Group) fragatas, cruzadores, destróieres e submarinos. O Japão enviou navios para unir-se à frota dos EUA, justo por essa última ameaça norte-coreana.

Contra esse gigantesco aparato, efetivamente duas maneiras seriam capazes de eliminá-lo: ou uma explosão nuclear, ou uma detonação de uma bomba de pulso eletromagnético. A primeira, capaz de afundar e matar todos, não só mais destruidora, como também impossibilitadora de tráfego sem proteção nuclear, faria com que ambos os lados não tivessem acesso seguro ao lugar do ataque, além de provocar uma resposta à altura - novo ataque nuclear em represália.
A segunda, a bomba de Pulso Eletromagnético (http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/16765-2016-10-12-23-41-40.html), é considerada uma maneira "limpa" e "segura" de ataque, fazendo com que todos os equipamentos eletrônicos sejam queimados ou desligados, sem prejuízo à estrutura e às pessoas, tornando inoperantes aviões, tanques, radares, todo e qualquer equipamento eletro-eletrônico. As defesas seriam reduzidas a praticamente zero. Tal ataque seria possibilitador da vitória e ocupação de mais novo território. Agora imagine o mesmo ataque à Coreia do Sul, simultaneamente.

A Rússia, que ainda é marxista, comunista, esquerdista (usa da desinformação para convencer o contrário) tem todo interesse para que haja este conflito, novamente o ponto é o domínio geopolítico eurasiano (desta maneira, zerada a influência, proteção estadunidense à Europa, o fim da OTAN), colocando sob as botas do ex-chefe da KGB, agora FSB 
(http://www.olavodecarvalho.org/semana/110523dc.html), toda a Europa. Que butim gigante! 
(Leia http://www.jrnyquist.com/, The Origins of The Fourth World War.)

Obama, aquele "cara lindo", fotografado nas situações mais fofas possíveis, das danças com a Michele, dos socos indignados na mesa, ele mesmo, desarmou toda proteção contra o EMP, na costa oeste (que fica mais próxima à Rússia, China, Coreia do Norte), deixando o país que ele jurou proteger à mercê dos inimigos reais externos.
(http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/16765-2016-10-12-23-41-40.html)

Vídeo ilustrativo:


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