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Sobre a paralisação forçada, o sequestro da liberdade de ir e vir:

Por: | 08:24 Deixe um comentário
O aluno repetente não estudou para a prova e tentando organizar um boicote à avaliação, mas não conseguindo adesão da maioria dos estudantes que desejam o teste, tranca a sala e a escola, impedindo a educação.


- Conseguimos a adesão do povo à paralisação!
- Mas você trancou a casa das pessoas!?
- Psiu! Fica na tua, oxe!













Ciclista democraticamente impedido de transitar e gentilmente solicitado que não exerça seu direito diante de público pacífico:




Não caia na esparrela da petralhada desgraçada de que o governo Temer está jogando a CLT no lixo e ferindo de morte os sacrossantos direitos trabalhistas enfiados nessa joça a partir do governo "Getulho" Vargas.

Os direitos trabalhistas são vistos como "direitos sociais" pela Constituição atual e esta mesma Constituição estabelece que os direitos sociais são encarados como "direitos fundamentais", os quais estão integrados no que ela classifica ser "cláusula pétrea", ou seja, NÃO PODEM SER SUPRIMIDOS OU MODIFICADOS PARA PIOR, mas apenas MELHORADOS OU ACRESCENTADOS.

A reforma trabalhista proposta por Temer limita a atuação do Judiciário trabalhista, porque os acordos individuais ou coletivos valerão como lei. É rotineiro vermos juízes modificando os acordos atuais para readequá-los à CLT. Isso vai acabar. Por outro lado, confere poder demasiado aos sindicatos, pois serão eles, na prática, que negociarão os acordos com os patrões. Felizmente, o imposto sindical passará a ser facultativo. Adeus dinheiro fácil, pelegada dos infernos!

Eu li algumas reportagens relacionadas ao tema e não vi nenhuma afronta aos direitos fundamentais dos trabalhadores. A legislação está apenas sendo modernizada dentro do contexto jurássico no qual ela vigorará. Em miúdos, a reforma trabalhista de Temer seria mais ou menos como ensinar um dinossauro a usar Smartphone.

O que mais importa mesmo é saber e repassar a informação de que férias, FGTS, 13º, hora extra e outras jabuticabas não serão extintas, primeiro, por covardia política e, segundo, por completa impossibilidade constitucional. Para que os direitos trabalhistas que hoje vigoram sejam extirpados, uma nova Constituição deveria ser fundada. Repasse essa informação para o lesado que fica caindo no histerismo da esquerda.

Lucas Secundum

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