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Um caminho aos vereadores de São Lourenço da Mata - De que material é feito?

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Winston Churchill, 1874-1965, político conservador, estadista britânico, Primeiro-Ministro do Reino Unido por duas vezes, orador brilhante, historiador, prêmio Nobel de Literatura, Cavaleiro do Império e cidadão honorário dos Estados Unidos. Muitas qualidade para um homem só.

E antes de tudo isso? Vejamos:
Foi um dos mais atrasados a aprender latim na Harrow School, sendo apenas hábil em inglês; diversos autores da época diziam que a fala de Churchill era grave e agonizante, os discursos preparados com bastante antecedência para evitar que ele hesitasse e minimizasse seu falar ruim; tentou várias vezes e na terceira conseguiu entrar para a Academia Militar de Sandhurst.

Se eu tivesse escrito apenas o primeiro parágrafo, os edis nossos comparados ao gigante estadista inglês estariam reduzidos a pó, colocados no lugar comum dos muitos anteriores, porém o parágrafo seguinte mostra que as dificuldades foram deixadas porque Churchill fez-se de um senso e material pouco comuns na atualidade - vontade de ferro.

Como gostaria de olhar os vereadores e encontrar a maior parte dessa substância! Capacidade de chamar e engajar-se na luta, mesmo em face ao posicionamento de rebanho, como situação e quando contrário não fazê-lo por vaidade ou interesses escusos, ensimesmado na esperteza nociva e que causa repúdio aos muitíssimos cidadãos decentes de São Lourenço. Também os que sofrem de inércia planejada ou apenas agindo como faz a água quando desce - por gravidade.

Sim, há no mínimo esses três agrupamentos: quem se deixa levar pelo pensamento alheio aliado sem ao menos perguntar para onde se vai no projeto, requerimento e se haverá benefício ao povo; quem se opõe mais como um recurso a obter vantagens e um que se deixou entreter pelos demais, que se permitiu a lassidão parlamentar.

Veja: Churchill foi capaz de lutar contra todo o parlamento sobre a ascensão de Hitler, tendo um Chamberlain fraco e omisso; foi capaz de atrair o perverso marxista-comunista Stálin, e o temperamental de Gaulle para lutar contra o nazismo e, depois denunciar a cortina de ferro criada a partir da movimentação do socialismo soviético, que ainda envenena o coração das pessoas.

Grandes homens inspiram outros a imitarem-lhes. Seguir-lhes. Pequenos homens dão provas do provincianismo e logo, logo passarão, sendo esquecidos. Após 52 anos da morte de Churchill, ainda sabemos dele.

P.S.: até entendo quem chegou agora não ter desenvolvido algo do tipo, mas não de quem já virou o calendário da vereança.

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