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Um caminho aos vereadores de São Lourenço da Mata, edição extra - "pérolas":

Por: | 15:09 Deixe um comentário
Esqueci-me de por as aspas na publicação anterior, pois elas indicam a ideia não original da palavra, aquela definição primeira do dicionário que não é a aplicada. Então, corrigido aqui, vamos ao tema. 
Não, não! Antes é necessário esclarecer sobre as pessoas que lá estão, não importa a origem, têm de se esforçar para que sejam entendidas e entenderem sua tarefa. Elaborar e aprovar documentos, além de defender, redarguir caso seja situação, seja oposição.
Aqui estou explicando o que deveria ser óbvio, porém, segundo o IBGE, no ano passado, só oito por cento dos brasileiros conseguem ler e interpretar bem um texto, daí a necessidade do "desenho" por escrito quanto à responsabilidade político-sócio-educacional de um vereador. Coitadismo não combina com a função. A postura e o falar devem ser altaneiros. 
Para isso precisam corrigir equívocos verbais, vícios de linguagem
e, reconheço, quem fala inadequações o faz por exercitar o parlatório. Duplamente ruim é quem não exercita o devido. Falar.
Os termos na Sessão de hoje e suas respectivas correções:

"As barrage" - as barragens, já que são mais de uma. Barbarismo;
"Poços artesianais" – poços artesianos, equívoco de solecismo;
"Quero me comprometer" – quero comprometer-me. Esse é mais discreto. A questão aí é de ênclise, ocorre após infinitivos (verbos, ar, er, ir);
"Mais ampra" – mais ampla. Barbarismo;
"As câmera de monitoramentos" – as câmeras (há mais de uma na cidade) de monitoramento. Sentido geral, concordância ideológica;
"Não existe motocicletas" – não existem motocicletas. Concordância;
"Delegacia de prantão" – delegacia de plantão. Mais barbarismos;
"Do outo mundo" – do outro mundo. Barbarismo;
"Tá falano" – está falando. Idem;
"Iluminação púbrica, compreta" – iluminação pública, completa. Idem;
"A lâmpida" – a lâmpada. Idem.


Se não sabemos como deve ser, jamais acertaremos.

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