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Para o SLM na Política - O recadastramento do transporte e o quê será preciso:

Por: | 19:31 Deixe um comentário
A prefeitura está convocando motoristas, donos de veículos que fazem o transporte alternativo a recadastrar suas combis (placas) e adesivar os carros para o reconhecimento visual do usuário e da Guarda Municipal/ orientadores. A ação ocorre meses depois do início da gestão e ainda é deficiente, seja por número reduzido dos que devem fiscalizar e treinamento além de apitar para que siga ou pare uma combi.

Passagem - continua o mesmo valor, cobrado sem nenhuma observação efetiva da gestão (algo como parada do carro e constatação da cobrança), mesmo tendo sidos avisados, ao menos de duas formas. Uma, por mim, aos responsáveis pela imprensa (que sei terem repassado a informação) e outra, através da Rádio Novo Dia, com o repórter Fausto Neto. A alegação de que seria resolvido já faz mais de dois meses. São cobrados dois reais dentro do município por iniciativa dos combeiros e a população, elo fraco nesse embate (porque fala e anda nos veículos), resignou-se ao fato. Recorrer à delegacia para atestar estelionato, por exemplo, continua demonstrando que quem deveria resolver, não soluciona. O preço é justo? Sim! Porém cobrado como quem mora na casa da mãe Joana é que envergonha (creio eu) os que precisariam fixar oficialmente o valor.

Idade - quem trabalha como cobrador precisa, ao menos, ter mais de 14 anos (obviamente respeitando a observação de menor aprendiz, se é que se pode dizer isso de tal trabalho), não havendo crianças com idade inferior, pois é trabalho pesado, levantar e sentar, gritar, correr e todo o estresse restante da atividade deixa qualquer um extenuado.

Atendimento ao público - mais que cordialidade, segurança, direção defensiva, asseio, horário e itinerário. A disputa por passageiros, por exemplo, ontem, causou uma pequena batida no Centro de São Lourenço e vezes anteriores, a sanha pelo lucro já causou em diversos momentos uma espécie de corrida.

Condição dos veículos - pneus, óleo, combustível, assentos, etc.
Esse último ponto tem a ver diretamente com o investimento, gasto do proprietário, o que acarreta um número menor de combis rodando, para que o combeiro tenha mais passageiros por viagem, fazendo assim um lucro justo e necessário para a contrapartida. Daí, ter o número certo (muito inferior às quase trezentas e cinquenta combis, segundo estatísticas). 

Mantendo como está agradam-se todos e se aborrecem a todos, semelhantemente.

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