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Sobre o flúor e o magnésio:

Por: | 16:11 Deixe um comentário
Vivi Orto foi recentemente foi bloqueada pelo Facebook, rede social que alegou sobre ela ter "violado os padrões da comunidade". Vivi tem feito afirmações com dados sobre os malefícios causados pelo uso do flúor, ao longo de suas postagens e, claro, vai contra as gigantes do produto e até governos.

Colaboro com seu texto, reproduzindo por aqui, enquanto não é também impedido:

Nossa água está contaminada com flúor, uma substância altamente corrosiva e tóxica. Sua presença agrava o déficit de magnésio, produz calcificações patológicas, não previne cárie, como defende o Governo, provoca câncer e deteriora os ossos, entre outros problemas. As autoridades sanitárias fizeram isso para prevenir a cárie, mas a presença de flúor na água não previne nada. Em países desenvolvidos isso foi banido. A contaminação da água com flúor está associada a câncer de bexiga, de tireoide, nos ossos, na boca e no fígado, entre outros. E o flúor impede a ação benéfica do magnésio no nosso corpo, produzindo e potencializando patologias.

No mundo inteiro, pesquisam sobre o magnésio. Alguns produtos permitem obtermos maior concentração de magnésio em pessoas de certa idade. Esses níveis mantêm os neurônios conectados e previnem contra o Alzheimer. Existem pesquisas avançadas especialmente na Itália e no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos.

O magnésio é antioxidante, anti-inflamatório, ativa as enzimas, controla o sódio, o potássio e o cálcio, elementos que são controlados por bombas iônicas que dependem do magnésio. Ele também auxilia a defesa do organismo e ativa 350 enzimas. O Brasil tem poucos vulcões e, consequentemente, pouca água rica em magnésio. Nossa média é de 15 mg de magnésio por litro de água. O ideal é que se tenha entre 70 mg/l e 90 mg/l. Algumas empresas até já produzem água rica em magnésio e cálcio. Mas é importante destacar que o magnésio não é suprido pela alimentação. A pessoa que tenha carência desse elemento deve fazer uso de suplementos, na maior parte das vezes, produzidos em farmácias de manipulação.

A falta de magnésio acelera o envelhecimento, aumenta a tendência de morte súbita e amplia a propensão a problemas cardíacos, entre outros distúrbios. O tratamento com reposição de magnésio é indicado para combater que patologias. Em geral, patologias associadas ao diabetes e à pressão alta. Em casos de desidratação, no entanto, é preciso corrigir antes. O atleta profissional, por exemplo, às vezes perde muito magnésio pelo suor, em razão do esforço intenso. Se você der cálcio a ele, isso agrava a perda de magnésio e ele pode ter uma convulsão. A pessoa que pratica atividades físicas, geralmente, acha que não precisa de suplementos, mas isso é um erro. 

Às vezes, a pessoa morre do coração por causa disso, pois precisa de uma reserva de magnésio. Nosso mecanismo de defesa atua só até os 55 anos, mantendo uma reserva óssea de magnésio. Depois dessa idade, é preciso repor. Já existe, inclusive, um tipo de reposição que previne contra o mal de Alzheimer, impedindo a perda de ligações nervosas.









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