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Para o SLM na política - semelhanças entre um vagão de metrô e...:

Por: | 15:55 Deixe um comentário
    Um grupo em rede social (qualquer, como Facebook, Whatsapp, Telegram, etc.) sem diretrizes mínimas. Troca de farpas, generalizações descabidas, impropérios indevidos, imagens proibitivas, sucessão e multiplicidade de textos enormes são a tônica de quem pensa atabalhoadamente, ou mesmo não pondera a respeito de quem lê, vê, ouve. Quando a evidência própria ou a defesa insana de um projeto, alguém são prioritários, não há bom juízo que recupere.
    Isso e um vagão de metrô - o maior transtorno não são as vendas (proibidas pela direção do Metrorec) de produtos fora de estabelecimentos, doces terceirizados, acessórios de fabricação duvidosa, alimentos mal acondicionados, imitações indigestas de chocolate, ou pessoas que penam sem assistência médico-social, mas os gritos repetidos e a passagem para lá e para cá incômoda em um local apertado.
    Nesse turbilhão realmente confuso ou você desce e pega outra composição (igualmente repleta desses profissionais informais), tipo seis por meia dúzia, ou compra alguma coisa, ou reclama do barulho e é xingado por isso, ou não utiliza (se puder) o transporte por certo tempo. Como vê, as opções não são boas, porém isso é assim por não se seguir o mínimo de civilidade e até alguma empatia. 
    Como esperar propostas compreensíveis, ações acertadas e respostas por completo para um texto em seu todo (não uma palavra do escrito, mas o contexto que é proveniente da leitura inteira) se para cada "oi" não diferimos se é o sapo coaxando, se é linguagem fática? Então, cada qual com o ofício estranho e quem puder que isole a acústica e se afaste um pouco para fluir o tráfego.
    Um texto assim serve amplamente a qualquer morador do município, no entanto é mais voltado aos populares ("Pau que dá em Chico bate em Francisco".), estes carentes de respostas, ausentes de amparo, mas que precisam se fazer inteligíveis, além de terem legitimadas petições, não um avolumado verbo-gráfico desconexo e insincero. 

Segunda imagem: Bobby Fabisak

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