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Superfície no Planeta São Lourenço da Mata - Nós, Prefeitos:

Por: | 21:56 Deixe um comentário
O gerenciamento do município é outorgado pelo voto, por empréstimo popular e momentaneamente assumido (se o esquerdismo vigente não modificar) a uma pessoa cujas promessas, planejamentos em tese na campanha e coincidentes ou discrepantes no decorrer da gestão vão desenrolando-se.

Vamos observando a materialização do posto nos dias de campanha nos demais que se seguem e vão avolumando-se em decretos, mesas de prosseguimento (ainda raras ou discretíssimas, dada a não aparição delas em qualquer meio informativo) e despachos simples. Já apontei o quanto ainda estão atravancadas.

Como já muito explanado a respeito (para saber, pesquise o título em outros posts) do que anda / andava ruim na administração, das escolhas menos eficazes em secretarias e assuntos correlatos, aqui, nesta postagem, avançaremos mais um degrau pedagógico - o do direito (relembrando) legítimo de pertencimento e amplo de liberdade, o de portar-se como quem está na cadeira executiva.

Não deve haver má vontade, nem beicinho, nem indisposição com pensamentos contrários, uma vez que não é evento recente "descer o sarrafo", só tem sido mais evidente nas redes sociais e mais: "pagou o ingresso, tem quem entrar na roda"; não se pode reclamar da tontura. Quem quer fazer parte tem deveres à população.

É certo que comportamentos como o da louca da torre (Ismália, de Alphonsus de Guimaraens), irreal e inatingível; como o da gralha, às vezes só no desabafo; o mediano, às vezes com algum discernimento, porém insípido para aquilo que se aponta, esses, todos, devem ser reconhecidos, não aceitos todos, mas sabidos. 

Não afirmo serem todos corretos, porém reconheço existentes. Dias atrás um participante de grupo social tachou de racismo uma crítica a político corrupto. Na cabeça do infeliz, corrupção e preconceito eram sinônimos. O tal não sabia o significado da palavra que escreveu, tanto demonstrado na incapacidade de avaliar o que contraditava, vociferando equivocadamente. Então, vi ser alguém que não valia um por cento de tempo prolongar conversa curta.

Novamente, o direito existe, mesmo sem condição mínima de quem ensaia crítica e aos que conseguem fazer bem a oposição, da mesma maneira. Assim como há técnicos / "pitaqueiros" fora dos times, há prefeitos sem cadeira no Paço. Devem ser tidos em conta.

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