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Claudia Wild - sobre a delação de Palocci:

Por: | 4/26/2018 02:23:00 PM Deixe um comentário
O jornal “ O Globo” noticiou que “ o Italiano” da planilha do pixuleco Odebrecht fechou seu acordo de delação premiada com a Polícia Federal. O italiano é o ex-ministro Antonio Palocci, um ex-amigo do ex-presidente Lula, e hoje vizinho das acomodações carcerárias de Curitiba.

A delação de Palocci - segundo anda falando a boca miúda - deve ser a mais estarrecedora já vista. Dizem que ela poderá arruinar os planinhos eleitorais de muitos pilantras federais que tentarão a reeleição, atrás do foro privilegiado e, segundo especula-se, deve desmoronar em cima da cabeça oca da República, a ex-presidentA Rousseff, que pretende eleger-se senadora pelo arruinado estado das Minas Gerais.

“Paloccinho", como era carinhosamente chamado pelo guru da seita petista, é o corrupto de um bilhão de reais. Ele teve bloqueado em suas contas bancárias, a ‘módica” quantia acima. Era o homem de confiança de Lula e que arrecadava com gosto para seus luxos cafonérrimos e para o partido continuar no poder. Palloccinho já adiantou, por exemplo, que o ditador líbio - Muamar Gaddaffi - andou molhando a mão do seu ex-chefe. Adiantou também que a dupla Analfabeto & Destrambelhada sabia e participava de todas as tramoias dos seus comandados, no sentido de arrecadar para a organização criminosa, conhecida por Partido dos Trabalhadores. Ou seja, o homem deve se tornar mais um pesadelo para os corruptos de Brasilia.

Um outro dado interessante é que cozinharam esta delação em banho-maria por muito tempo. Tudo indica que algumas supremas autoridades não andavam muito entusiasmadas com a hipótese do língua presa soltar a língua. Alguns afirmam que a pressa do STF em “aliviar” na prisão em segunda instância e rever a apreciação das delações premiadas nos processos da Operação Lava Jato, poderiam ter uma ligação com os efeitos colaterais da tal delação, que promete chumbo grosso.

O seu ex-advogado, hoje, defensor da “viv’alma" mas honesta do pais - José Roberto Batocchio -, inclusive, ao saber dessa possibilidade, abandonou Paloccinho e preferiu ficar apenas com a defesa do chefe da quadrilha. À época, o causídico declarou que era contra a tal instituto, pois seu cliente fora torturado e “não resistiu ao sofrimento psicológico que lhe foi imposto na Guantánamo meridional” ( numa referencia ao cárcere de Curitiba).

Pelo jeito, a nossa 'Guantánamo Meridional' poderá receber ilustres visitas. O ventilador foi ligado em Curitiba e deve mandar um vento nada cheiroso para as bandas do Planalto Central. Aguardemos!

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