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Troféu à insensatez:

Por: | 6/07/2018 02:42:00 PM Deixe um comentário
Por Ariel Krok

Os assédios, as pressões, as ameaças e até o terrorismo, todos venceram. É camaradas, não sejam modestos, o mérito é todo seu.


Era para ser um jogo amistoso, um aquecimento para a Copa do Mundo, uma oportunidade de alegrar, descontrair, congregar em uma das coisas que árabes e israelenses mais concordam, futebol.

Mas a turminha humanista, de uma causa só, não poderia deixar passar a oportunidade de serem mais idiotas úteis que nunca.

Mal sabem que o Capitão da seleção israelense de futebol é um israelense, árabe muçulmano, nem imaginam que cinco jogadores da seleção de Israel são árabes também.

Nunca se interessaram em saber sobre a minoria com provavelmente mais diretos em todo Oriente Médio, são profissionais liberais, médicos, empresários farmacêuticos, advogados e até Ministro do Supremo Tribunal israelense.

Nunca quiseram se inteirar com o fato que os árabes em Israel tem grande representatividade no parlamento, mais exatamente a terceira maior força política (lista árabe), sendo que representam apenas 20% da população de Israel que vive em situação infinitamente melhor que quaisquer outras minorias nos países da região, basta ver a perseguição aos Bahá’is no Irã, estes mesmos que em Israel abrigam o seu centro mundial. Vejam o exemplo da perseguição aos Curdos na Turquia, dos Yazidis no Iraque, a perseguição aos cristãos em boa do Oriente Médio, com exceção, é claro, de Israel, seu único porto seguro realmente garantido.



O mesmo vale para o público LGBT, perseguidos, presos e condenados a morte única e exclusivamente por sua opção sexual. Mas à turminha “progressista” não interessa levar em consideração que a terceira maior parada LBGT do mundo é justamente em Israel onde árabes gays de toda região, inclusive palestinos, se abrigam, onde são aceitos e respeitados.



Nem se fala então nos diretos das mulheres. Na Arábia Saudita somente agora (pra ser mais exato esta semana) as mulheres tiveram permissão de dirigir um carro, na maioria dos países deste lado do mundo, mulheres dependem da permissão e companhia de um homem próximo (pai, marido, irmão) para se locomoverem.

No Irã mulheres são apedrejadas até a morte como pena por adultério, muitas vezes “adultério” este consumado ao serem estupradas e sem a sorte de ter cinco testemunhas homens que tenham presenciado o estupro para tentar evitar o apedrejamento de uma vítima.

Já na Israel do inicio dos anos 70 era eleita a primeiro chefe de Estado mulher, Golda Meir, quando a imensa maioria das mulheres dos países vizinhos não podiam sequer votar.

No entanto quem é o único país que sofre ameaças diárias à sua existência, mas o mundo se faz de besta, o único com campanhas mundiais de boicotes, sanções e desinvestimentos que efetivamente evitam, reduzem ou atrapalham e constrangem as visitas, contatos e trocas científicas, médicas, tecnológicas e esportistas, como o cancelamento do amistoso com a Seleção Argentina, com israelenses.

O único país que é de fato atacado por seus vizinhos rotineiramente, mas não lhes é permitido se defender, o único que sofre disparadamente o maior numero de derrotas com condenações em vários organismos internacionais mesmo com todos os inúmeros exemplos de respeito aos direitos humanos.



Se estes ataques morais e físicos não são antissemitismo travestido de antissionismo, qual é a explicação?

Blog Times of Israel e imagem Palestine Chronicle

Ariel é administrador de empresas formado em Comercio Exterior no Mackenzie, tem um MBA em Marketing na ESPM e Cursode Especialização em Liderança Empresarial e Comunitária na Instituição de ensino superior e pesquisa Insper e no Instituto Rutenbergem em Haifa – Israel. É palestrante ativo com apresentações em escolas, sinagogas, centros comunitários, igrejas, clubes, etc, com 25 anos de voluntariado comunitário como monitor, instrutor, dirigente e diretor de instituições. Há mais de 22 anos é um estudioso e entusiasta da historia, política, diplomacia e geografia no mundo mas principalmente do Oriente Médio. Morou em Israel e já retornou mais de uma dúzia de vezes para lá e para outros países da região (Egito, Territórios Palestinos ..). Em várias oportunidades teve contatos, encontros, discussões com diversas autoridades, formadores de opinião e jornalistas, em Israel, EUA e Brasil. Escreve artigos publicados em diversas mídias, como a Revista Shalom, Blog do Jornal Times of Israel, Tribuna Judaica e Portais como Pletz, WebJudaica, sites, etc … Membro do JDC (Jewish Diplomatic Corps) do WJC (World Jewish Congress) ; Diretor na JJO (Juventude Judaica Organizada); Conselheiro no Fundo Comunitário Jovem.

Originalmente em 

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