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A ÚLTIMA

Do Pinterest - É um bom dia para ter um bom dia.
Charles Lucena,
Thaís Lima,
Bruno Danilo Lucas,
Joana Marques,
Cleyde Batista,
Neuri Silva.
Atraindo mais que as congratulações; também os pensamentos e desejos de melhor para quem é dez! Parabéns!
Imagem: Italo Lorenzon

Mulheres perdem cálcio na gravidez, no entanto, um dentista seria melhor para explicar.
Pois é. "Modismo" é isso, além de interesses ideológicos pouco revelados.

Nilo Peçanha nasceu em 2 de outubro de 1867 em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, era filho de Sebastião de Sousa Peçanha, padeiro, e de Joaquina Anália de Sá Freire, descendente de uma família importante na política norte fluminense. Teve quatro irmãos e duas irmãs. A família vivia pobremente em um sítio no atual distrito de Morro do Coco, Campos dos Goytacazes até que se mudou para o centro da cidade quando Nilo Peçanha chegou na idade escolar. Seu pai era conhecido na cidade como "Sebastião da Padaria".

Fez os estudos preliminares em sua cidade, no Colégio Pedro II. Estudou na Faculdade de Direito de São Paulo e depois na Faculdade do Recife, onde se formou.

Casou-se com Ana de Castro Belisário Soares de Sousa, conhecida como "Anita", descendente de aristocráticas e ricas famílias do município de Campos dos Goytacazes (RJ), neta do Visconde de Santa Rita e bisneta do Barão de Muriaé e do primeiro Barão de Santa Rita. O casamento foi um escândalo social, pois a noiva teve que fugir de casa para se casar com um sujeito pobre e mulato, embora político promissor.

Foi descrito como sendo mulato e frequentemente ridicularizado na imprensa em charges e anedotas que se referiam à cor da sua pele. Durante sua juventude, a elite social de Campos dos Goytacazes chamava-o de "o mestiço de Morro do Coco".

Nilo Peçanha.

Participou das campanhas abolicionista e republicana. Iniciou a carreira política ao ser eleito para a Assembleia Constituinte em 1890. Em 1903 foi eleito sucessivamente senador e presidente do estado do Rio de Janeiro, permanecendo no cargo até 1906 quando foi eleito vice-presidente de Afonso Pena. Como presidente do estado do Rio de Janeiro, assinou, em 26 de fevereiro de 1906, o Convênio de Taubaté.

4 dias após o Convênio de Taubaté, em 1 de março de 1906, foi eleito vice-presidente da república, com 272.529 votos contra apenas 618 votos dados a Alfredo Varela.

Seus seguidores eram chamados de nilistas.

Foi maçom e Grão-mestre do Grande Oriente do Brasil de 23 de julho de 1917 a 24 de setembro de 1919, quando renunciou ao cargo.

Em 1921, quando concorreu à presidência da República como candidato de oposição, cartas atribuídas falsamente ao candidato governista, Artur Bernardes, foram publicadas na imprensa e causaram uma crise política pois insultavam o ex-presidente Marechal Hermes da Fonseca, representante dos militares, e também Nilo Peçanha, que era xingado de mulato. Gilberto Freyre, escrevendo sobre futebol, usou-o como paradigma do mulato que vence usando a malícia e escondendo o jogo mencionando que "o nosso estilo de jogar (…) exprime o mesmo mulatismo de que Nilo Peçanha foi até hoje a melhor afirmação na arte política".

Alguns pesquisadores afirmam que suas fotografias presidenciais eram retocadas para branquear sua pele escura. Alberto da Costa e Silva diz que Nilo Peçanha foi apenas um dos quatro presidentes brasileiros que esconderam os seus ancestrais africanos, sendo os outros Campos Sales, Rodrigues Alves e Washington Luís. Já o presidente Fernando Henrique Cardoso confirmou ser descendente de uma escrava.

Abdias Nascimento afirma que, apesar de sua tez escura, Nilo Peçanha escondeu suas origens africanas e que seus descendentes e família sempre negaram que ele fosse mulato.

A biografia oficial escrita por um parente, Celso Peçanha, nada menciona sobre suas origens raciais, mas uma outra biografia posterior o faz.[3] Portanto, alguns pesquisadores expressam dúvidas sobre se Nilo Peçanha era ou não mulato. Em qualquer caso, suas origens foram muito humildes: ele mesmo contava ter sido criado com "pão dormido e paçoca".

Wikipedia.
Saborear um doce, conseguir ir além da doçura palatável e adoçar saudavelmente nosso redor, as pessoas, cumpre um princípio espiritual: "As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e revigoram a saúde e a alegria de viver.".

Provérbios 16:24.

Você sabia que durante o período colonial do Brasil (1500-1822) um confronto entre luso-brasileiros e holandeses simbolizou a origem do exército brasileiro? Ele aconteceu em duas partes e recebeu o nome de Batalhas de Guararapes pois ambas foram travadas no Morro de mesmo nome, onde hoje fica a cidade de Jaboatão dos Guararapes, no Recife, Pernambuco.

Os combates aconteceram em 19 de abril de 1648 e em 19 de fevereiro do ano seguinte e representam momentos decisivos da Insurreição Pernambucana,movimento responsável por dar fim ao domínio holandês sobre o território nordestino.


Retrato da Batalha de Guararapes por Victor Meirelles


Para os historiadores, as Batalhas dos Guararapes simbolizam a origem do exército brasileiro e do espírito patriota pois é o momento em que, pela primeira vez, índios e africanos se aliam às tropas portuguesas para confrontar o exército holandês. É o espírito de brasilidade que insurge e permite que os exército luso-brasileiros vença as duas batalhas mesmo estando em menor quantidade em relação ao rival.


“A luta gerou um sentimento de identidade com a própria terra. Pela primeira vez, a iniciativa estava com os colonos”, escreve Jorge Caldeira sobre as Batalhas de Guararapes no livro “Viagem pela História do Brasil”.

O sentimento patriota moveu três povos distintos em busca de um ideal e foi um dos fatores imprescindíveis para a vitória. No entanto, outro aspecto que também garantiu vantagem aos luso-brasileiros foi o fato de eles conhecerem muito bem a geografia nordestina. Por isso procuraram dispor as tropas em meio aos canaviais para que os soldados ficassem protegidos do sol. Já o exército holandês, aguardou o ataque em meio ao descampado, deixando seus soldados expostos à insolação até o início do combate.

A segunda batalha dos Guararapes é considerada um dos maiores fracassos da história holandesa, conforme o pesquisador Marcos Vinícius Vilaça. De acordo com o historiador, o exército holandês terminou o confronto com 1.044 mortos e cerca de 500 feridos, enquanto o brasileiro registrou 47 mortos e 200 feridos.



Livrando vereadores, prefeitos, deputados, senadores; acossando um presidente enrolado; temendo a eleição de um futuro "outsider".

Por Luiz Philippe de Orleans e Bragança:

Impeachment Turbinado: O mecanismo de Recall de Mandato é essencial. Nos países desenvolvidos quando os eleitores não confiam mais em seus representantes, fazem um abaixo assinado e o apresentam ao tribunal eleitoral para validar as assinaturas. Caso validadas o politico alvo do abaixo assinado tem duas opções: a renuncia ou concorrer mais uma vez numa nova eleição imediata ao cargo para qual ele foi eleito. Tudo é simples, transparente, direto e rápido.

Várias versões desse projeto de Recall já foram apresentadas por diversos interlocutores incluso grupos ativistas de qual faço parte. Na nossa proposta só seria:
1- só seria necessário 5% de assinaturas de eleitores,
2- contempla TODOS políticos eleitos e nomeados de todos os níveis (federal, estadual e municipal), e
3- não seria necessário passar pelo voto do senado ou da câmara. Ou seja, a nossa proposta é similar ao que existe no mundo desenvolvido.

Essa proposta do Anastasia do PSDB
1- contempla 10% do eleitorado e
2- ele eliminou outros cargos de estarem sujeitos a Recall. Focou somente no cargo da presidência.
3- Contrário ao que nós gostaríamos de ver, a proposta do Anastasia contempla que o senado e/ou câmara podem engavetar uma iniciativa popular legítima.

Nessa proposta do Anastasia fica claro a politicagem do momento. Por que?
1- Porque o senador sabe que no processo de Recall é mais rápido que o Impeachment pois não é necessário provar que houve crime para remover um politico do cargo. É quase que um "impeachment turbinado".
2- Se envolver outros cargos a emenda não será aprovada.
3- A impopularidade de Temer motiva partidos de oposição a querem aprovar o mecanismo para remove-lo.

Portanto se o mecanismo de Recall nascer com a proposta do Anastasia, nasce desvirtuado. No entanto reitero que ter Recall de Mandato é essencial para nossa evolução política. Se esse mecanismo for criado, mesmo que de maneira imperfeita e oportunista, sou favorável. Certamente teremos que melhorar esse mecanismo depois de criado. Mas para isso teremos que esperar um novo congresso após a Renovação de 2018.

Por Filipe Moura Brasil:


Um Extra:


Extra 2:
Do Terça Livre:

Eder Borges entrevista o professor de História da UEM e escritor Itamar Flávio Silveira.
Ele coordena o único curso de História formado por professores conservadores e está desenvolvendo um novo método de ensino sem os vícios ideológicos comuns nos dias de hoje.
Por Alexandre Borges:

Artigo do EDITOR da revista Nova Escola (Ed. Abril), a mais influente na área de educação do país.


Esqueça o lado mortadela do texto, coisa de esquerdista bocó lacrador que o Brasil confunde com jornalista e professor. Grave mesmo é o marxismo paulofreireano misturado com pós-modernismo de botequim da Vila Madalena.

"A língua cultuada torna-se, então, um instrumento de poder. Ela segrega quem não domina seu código. Ridiculariza quem se desvia da norma", diz Rodrigo Ratier. Em seu perfil no twitter, descobrimos que ele é ligado à ONG de Leonardo Sakamoto. Que surpresa, não? https://twitter.com/rratier

A destruição da educação brasileira vista nas últimas décadas não é fruto do acaso, de crise econômica, de falta de investimentos, mas do aparelhamento da área por militantes ideológicos que têm um investimento claro na idiotização da população.

Não existe nada mais preconceituoso do que achar que uma criança brasileira é menos capaz de estudar e aprender do que qualquer outra do mundo. Esquerdismo, entendam de uma vez por todas, é nada mais que preconceito.

A agenda idiotizante serve também a um objetivo político claro. É muito mais fácil vender esquerdismo vulgar para quem fica três horas por dia numa escola tendo aula de sexo e oficina de escultura em garrafa PET do que para crianças que estudam em tempo integral matérias de verdade, são cobradas e reconhecidas por desempenho e têm como meta entrar no mercado de trabalho como indivíduos livres, autônomos e produtivos.

Dê às crianças brasileiras três décadas de educação da Coréia do Sul ou da Finlândia que você verá o resultado. Enquanto isso, vamos de Paulo Freire e Rodrigo Ratier.