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A ÚLTIMA

Com a divulgação da provável intervenção federal no Rio de Janeiro, algo chamou a atenção: a quantidade de mulheres ‘especialistas’ em segurança pública no Brasil.

A curiosidade foi enorme, pois além de ter estudado Direito, trabalhado apenas na seara criminal e em um órgão ligado a Policia Militar brasileira, isto é, tive a oportunidade de vivenciar profissionalmente como funciona a segurança pública no Brasil. Assim, notei algo deveras invulgar: as representantes do sexo feminino estão em evidência na mídia brasileira para dissertarem sobre o tema. Elas estão se tornando, também, “empoderadíssimas” nesta área tão importante em nosso país.

Muito longe da minha crítica ser de cunho machista, trata-se apenas da abordagem sobre dados concretos e a falta de critérios objetivos para que pessoas não aptas a discutirem acerca de um tema sejam consideradas “especialistas” na área.

Investigando o histórico das nossas “especialistas” nota-se que TODAS elas são conectadas a movimentos feministas, coletivos, ONGs, partidos marxistas e afins. As maiores redes televisivas e jornais nacionais estão dando um enorme crédito para que estas pseudoespecialistas façam panfletagem ideológica ao invés de análises sérias sobre a segurança pública e seus desdobramentos.

O que se vê é velha cantilena requentada. É a repetição alucinada da tese que políticas de esquerda são eficazes - aliás, políticas que inclusive colocaram o país na catástrofe atual - no combate ao crime endêmico no Brasil.

Vale lembrar que as feministas suecas e alemãs colocaram seus países em absoluta vulnerabilidade quando levaram o discurso feminista para as Forças Armadas e para os interesses relacionados a segurança nacional. A prafrentex feminista Suécia, por exemplo, já vive em alguns locais do país, focos de guerra civil onde a polícia e o Estado perderam completamente o controle. A Alemanha, conduzida por sua médica desarmamentista - ministra da Defesa-, Ursula Von der Leyen, está adotando medidas deletérias para suas forças de segurança e com isso o sucateamento total do setor fica cada vez mais evidente.

O fenômeno brasileiro - a profusão de especialistas mulheres no setor da segurança pública - parece que vai repetir o desastre europeu com um agravante: o Brasil já vive o caos da criminalidade, que será dobrado se depender das nossas gloriosas militantes que almejam apenas implantar suas estapafúrdias medidas retiradas da manjada cartilha marxista. Nesta cartilha, os criminosos reinam absolutos com a indulgente tutela estatal. A força do lumpenproletariat é cultivada com muito amor e carinho por estas especialistas de araque. Elas traduzem o crime de forma romântica e não levam em consideração suas características intrínsecas, portanto, determinantes.

Seria interessante observar que, desde que o mundo é mundo e nem o feminismo camarada conseguiu ainda mudar, os homens estão na linha de frente nas tarefas relacionadas a segurança pública e atividades militares ( homens - via de regra - detêm inquestionavelmente, queiram as feministas ou não, maior força física e excelente tirocínio para o combate do inimigo) e são a maioria efetivamente escalada para o trabalho na luta contra o crime e missões ligadas à guerra.

No ano de 2013, no Brasil, tínhamos 22.208 mulheres na Forças Armadas, ou seja, 6,34% do efetivo total militar do país: 350.304. Em 2011, segundo pesquisa da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça, sobre a média da participação feminina na Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros de todo o País, mostrou que em 24 unidades da federação o percentual de mulheres no efetivo das policiais militares era inferior a 12%. O que prova que a atividade profissional na área é de domínio masculino. Entretanto, no Brasil progressista da atualidade, o que se vê é o destaque de mulheres opinando sobre a pasta. E notem: mulheres que não desempenham atividade alguma no ramo da segurança pública, mas que se julgam experts na érea. A situação é curiosa e perigosa. Seria uma piada, caso não fosse uma tragédia.

É certo que inúmeras mulheres são capazes e aptas a exercer as profissões acima mencionadas, mas elas são minoria. Isto é um fato. Não se trata de machismo é apenas uma estatística, fatos reais - que a propósito -, a esquerda odeia e despreza. Por outro lado, notamos uma tendência em que mulheres militantes de esquerda dominam o discurso político sobre um tema eminentemente técnico e sobre o qual não têm a mínima noção prática. Elas abusam de soluções encontradas nos laboratórios acadêmicos das aparelhadas universidades nacionais, ONGs suspeitas e instituições dominadas pela esquerda, a fim de resolverem a questão da grave criminalidade nacional. O que se vê é uma absoluta temeridade, que se levada a sério agravará ainda mais o problema que já é gravíssimo.

Vejam os exemplos das nossas gloriosas ‘especialistas' que a mídia dá crédito e promove.

- Ilona Szabó - Especialista em segurança pública e políticas de drogas, é cofundadora e diretora-executiva do Instituto Igarapé, instituição sem fins lucrativos que atua nas áreas de segurança, drogas e políticas públicas. É uma das coordenadoras do Movimento Agora, grupo feito de artistas e intelectuais que pretende furar a polarização política e resgatar a mobilização social. Ilona também foi secretária-executiva da Comissão Global de Políticas sobre Drogas e corroteirista do documentário protagonizado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, “Quebrando o Tabu”. No início deste ano, lançou o livro Drogas: As histórias que não te contaram (Editora Zahar) em que, por meio de quatro personagens, tenta trazer a empatia do leitor para o tema das drogas. “O que tem que ser feito pra ontem é: tirar o consumo da esfera criminal, até que a gente consiga de fato entender que o foco precisa ser no crime violento”, disse ela, em entrevista ao EL PAÍS em abril ( informação do jornal El País).

- Jaqueline Muniz - Professora especialista em Segurança Pública da UFF. Ligada a extrema-esquerda brasileira, a expert em segurança pública tem mestrado em Antropologia Social pela UFRJ. Defendeu a seguinte tese: "Mulher com mulher dá jacaré - Uma abordagem antropológica da homossexualidade feminina”. Jaqueline é hoje a predileta para opinar sobre a intervenção federal no RJ, na maior rede de televisão do Brasil.

- Evorah Cardoso - Especialista em sociologia jurídica, atua no campo dos direitos humanos, em especial com os temas ligados à igualdade de gênero, racismo e LGBT. É integrante da Rede Feminista de Juristas, grupo que defende mais mulheres feministas em carreiras públicas, escritórios de advocacia, cargos políticos e na academia. Também faz parte do coletivo #VoteLGBT, que surgiu nas eleições de 2014 como um site que dava visibilidade a todos os candidatos que defendiam pautas LGBT. “Naquele ano, foi eleito o Congresso mais conservador do país”, lembra Evorah. “Mas em 2016, na eleição seguinte, as pessoas começaram a procurar o coletivo porque queriam ajuda para encontrar seus candidatos”. Foi então que o grupo fundou a rede #MeRepresenta, para mostrar os candidatos não somente pró-LGBT, mas que tinham em suas plataformas pautas relacionadas aos direitos humanos como um todo. “Para as próximas eleições, ampliamos a nossa parceria com outros coletivos. Queremos que a rede seja um grande banco de políticos defensores dos direitos humanos no Brasil” ( informação compilada do jornal El País).

Apenas três exemplos, diga-se de passagem.

Eu pergunto: tem como levar a opinião destas senhoras a sério? A mídia deveria convidar mulheres que realmente trabalham no setor e entendem sobre o tema. Elas são minoria, mas existem. O assunto é muito sério e não deve cair nas garras de militantes profissionais que atuam para implantar completamente a agenda socialista no Brasil.
Mundo
Mau tempo dificulta acesso à zona onde avião caiu no Irã
O mau tempo dificulta os trabalhos de resgate do avião acidentado neste domingo no Irã com 60 passageiros e seis tripulantes a bordo, cujos restos ainda não foram achados.

O porta-voz da companhia aérea iraniana Aseman Airlines, que operava o ATR-72 acidentado, Mohamad Taqi Tabatabai, explicou à Agência Efe que os funcionários da companhia ainda não conseguiram chegar ao local do acidente.

Tabatabai afirmou que ainda não foi possível confirmar se as 66 pessoas que viajavam no avião ATR-72 morreram, mas que essa foi uma informação dada pelos habitantes da região.

Anteriormente, os veículos de imprensa oficiais iranianos, citando responsáveis da companhia aérea, informaram que todas as pessoas a bordo tinham morrido.

"O local é montanhoso e de difícil acesso", justificou o porta-voz, que apontou às adversas condições meteorológicas como causa do acidente.

O avião, de cerca de 20 anos de antiguidade, decolou de Teerã às 8h local (1h30, em Brasília) com destino à cidade de Yasuj (sudoeste), e caiu na cordilheira Zagros perto da cidade de Samirom, no sul da província central de Isfahan.

Um helicóptero enviado ao local do acidente não conseguiu aterrissar por causa da forte chuva, nevoeiro e vento que atingiam a região.

O porta-voz dos Serviços de Emergência do Irã, Mojtaba Khaledi, disse à televisão estatal que as equipes de socorro estão se aproximando por terra, "mas ainda não avistaram" os restos do avião.

Acredita-se que o aparelho caiu perto da cume da montanha, e os grupos de resgate estão a cerca de duas horas desse ponto.

Mais de 20 equipes de três províncias foram enviadas à zona, anunciou o diretor de operações de resgate do Crescente Vermelho iraniano, Morteza Salimi.
O mau tempo obrigou a cancelar vários voos domésticos no Irã nas últimas 24 horas.


Brasil
Filha sequestrada pelo pai decide ficar no Líbano e mãe volta ao Brasil: 'Ela passará férias comigo'
Claudia Boutros disse ao G1 que Gabriella escolheu visitá-la nas férias. Em decisão inédita, Justiça do Líbano devolveu à brasileira a guarda da filha
studante Gabriella Boutros, de 13 anos, decidiu continuar vivendo no Líbano com seu pai, o libanês Pedro Boutros, de 42, até terminar os estudos, o que deverá ocorrer em 2020. A informação foi confirmada neste domingo (18) ao G1 pela mãe da garota, Claudia Dias de Carvalho Boutros, de 39, que voltou ao Brasil na semana passada sem a filha.
Segundo Claudia, Gabriella virá a São Paulo em junho para visitá-la. “Ela ficará em definitivo comigo quando terminar os estudos”, falou a brasileira à reportagem. “Então ficou acertado que minha filha passará as férias escolares comigo e depois retornará ao Líbano”.

Mãe e filha nasceram no Brasil, mas a adolescente foi sequestrada pelo pai há sete anos e levada para Trípoli, onde mora desde então. Nesta segunda-feira (19), Claudia pretende dar uma entrevista à imprensa ao lado de seu advogado, José Beraldo, para contar como foram os mais de dois meses que ficou no Libano para tentar rever Gabriella.

Claudia chegou a Beirute em 3 de dezembro de 2017 após a Justiça libanesa confirmar uma decisão da Justiça brasileira: a de que a guarda da garota é da mãe, que teve a filha levada à força pelo ex-marido, o empresário Pedro, em 2010.

Claudia ficou na casa de amigos no Líbano, tendo apoio da embaixada brasileira para tentar cumprir a decisão judicial. Mas ela só conseguiu rever Gabriella em 28 de dezembro, quando o pai decidiu levar a filha à Justiça. Pedro não concordava em entregar a menina em definitivo. O reencontro com a filha foi filmado pela mãe.

Desde então, mãe e filha tem passado por uma adaptação. Além do tempo que não tiveram contato, a língua é outra dificuldade a superar, já que Gabriella não fala mais português e se comunica em árabe ou inglês.
“Saio vitoriosa porque sei que a Justiça foi feita. Tenho a guarda de Gabriella no Brasil e no Líbano. Poderei ir para lá, visitá-la e continuar tendo direito de mãe”, comemorou Claudia. “Ela virá a São Paulo sempre nas férias. E quando terminar os estudos, daqui uns dois anos, poderá ficar em definitivo comigo”.

“A juíza libanesa confirmou que a guarda da menina é da mãe, mas como Gabriella ficou muitos anos longe de Claudia, a magistrada achou melhor que haja uma readaptação das duas”, disse Beraldo, que está no Brasil acompanhando o caso.
Claudia e Pedro haviam se conhecido em São Paulo, onde acabaram casando e tendo Gabriella. O casal se separou quando a menina fez 5 anos. A Justiça brasileira determinou que a guarda seria da mãe, que é estudante de administração, e o pai, um empresário, veria a criança quinzenalmente.
Em 2010, Pedro pegou a filha e fugiu com ela para Trípoli, segunda maior cidade libanesa depois da capital Beirute.
Desde então, pai e filha passaram a ser procurados pela Interpol (polícia internacional). Fotos dos dois estão no site da entidade como Parental Child Abduction (algo como sequestro de filho por um dos pais, numa tradução livre).
Mas como o Líbano não é signatário da Convenção de Haia, a Interpol não pode entrar naquele país para prender Pedro e repatriar Gabriella. Isso só seria feito no caso de os dois saírem de solo libanês.
Em 2012, a Justiça no Brasil determinou que o pai devolvesse Gabriella à mãe, mas essa decisão também não poderia ser cumprida pelos libaneses.

Pernambuco
Chuva provoca transtornos em municípios da Mata Sul de Pernambuco

Nas cidades da Mata Sul do estado, foram registrados alagamentos e deslizamentos de encostas desde o sábado (17).

Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) registrou, no sábado (17), acumulado de chuvas acima dos 40 milímetros para os municípios de Catende, Cortês, Belém de Maria e Amaraji, todos na Mata Sul do estado. Em outros municípios do estado, a chuva ocasionou transtornos como alagamentos e deslizamento de barreiras neste domingo (18).

A cidade de Rio Formoso, na Mata Sul, registrou, das 16h do sábado até as 16h deste domingo (18), 134 milímetros de chuva em um dos pontos de monioramento da Apac. O nível do rio que dá nome à cidade subiu e a água invadiu algumas casas da comunidade ribeirinha, segundo a Defesa Civil do município. Apesar disso, os moradores preferiram não sair do local.

A Defesa Civil da cidade informou que está em alerta desde o sábado (17). No entanto, parou de chover no município na tarde deste domingo (18) e o nível do rio baixou desde as 15h.

Em Barreiros, na Mata Sul, a Defesa Civil do município registrou o acumulado de 103 milímetros de chuva do sábado (17) ao domingo (18). “O Rio Una está dois metros acima do normal, enquanto o Rio Carimã está três metros acima”, explica Mário Joaquim, coordenador do órgão.

Ainda de acordo com a Defesa Civil do município, a água entrou nas casas ribeirinhas, mas não há informações sobre quantas famílias estão desabrigadas. Ainda em Barreiros, ocorreram seis deslizamentos de barreira de médio porte, mas sem vítimas.

Em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR), um desfile de blocos previsto para acontecer neste domingo (18) foi cancelado devido à chuva que caiu na cidade entre a madrugada e a manhã. Segundo a prefeitura da cidade, choveu 65 milímetros das 7h do sábado (18) às 19h do domingo (19).

Uma força-tarefa da Defesa Civil de Ipojuca foi planejada em áreas afetadas do município, como o Centro e o distrito de Camela. "Duas famílias precisaram sair de suas residências e foram para casas de parentes devido aos riscos de desabamento das casas", explica o coordenador da Defesa Civil de Ipojuca, Luiz Gustavo Gomes.

Com EFE, G1.
Estridentes, agitados, puladores de galho, desconfiadíssimos do que não entendem, os guinchos são as defesas naturais. Essas atitudes de bichos são compreensíveis, afinal, são animais. De gente, já se percebe uma limitação fora de série no ato de macaquear (imitar de forma servil e sem considerar a atitude copiada, arremedar semelhante a macacos), ser subserviente a entidades e quem está investido de alguma responsabilidade. 

Textos e falas contrárias ao conteúdo do blog (que contém assuntos como cinema, literatura, comportamento, espiritualidade, cultura geral, línguas portuguesa e estrangeira e até política do estrangeiro ao local - alguns dos mais diversos assuntos nas postagens do Generalidades) apontadas de maneira irresponsável, irrefletida e para agradar seu "malvado favorito", quem quer que seja, já atestam o certificado da desonestidade intelectual (tipo ejaculação precoce mental, coisa de gente imatura que, se procurar tratamento, consegue a cura), portanto, fato constatado na inutilidade de contrapor "tête-à-tête", sob o risco de enxugar gelo.

Há NOVE ANOS de existência (no próximo mês) aguarda-se um trabalho melhor, mais amplo que este, no município. Como não acontece, até para que este pudesse inspirar-se no que NÃO EXISTE é certo que a inveja é uma cobiça derrotada. Quando a pessoa sabe que não pode ter, fazer a coisa que deseja de outrem, só pensa em destruir quem a tem. 

Estamos (Arinaldo, Fausto e eu) no caminho certo. Eis a evidência.
Depois de meses de investigação sobre o "conluio russo", o procurador especial Robert Mueller indiciou 13 russos e 3 empresas russas por tentarem interferir nas eleições americanas.

A conclusão da investigação é que o objetivo dos russos era deslegitimar o próprio processo eleitoral e as instituições americanas.

Os anúncios e atividades pagas por esse grupo buscavam de uma maneira geral enaltecer Donald Trump e Bernie Sanders, denegrindo Hillary Clinton e outros candidatos republicanos.

Também foi demonstrado que para temas sensíveis, como imigração, tensão racial e islamismo, o grupo abria páginas e organizava passeatas defendendo posições opostas para o mesmo tema. Ou seja, fomentavam tanto a defesa quanto o ataque ao grupo Black Lives Matter, por exemplo.

O diretor do FBI que apresentou o indiciamento afirmou que não foi encontrada nenhuma evidência sobre a participação voluntária de americanos no esquema e que as atividades não alteraram o resultado das eleições.

É uma grande balde de água fria nos democratas que esperavam o indiciamento de Trump ou de seus assessores no esquema.

Resumindo, não houve conluio, apenas a tradicional tentativa dos russos de minar o poder americano.

De uma certa forma, o objetivo foi alcançado, já que os democratas não aceitaram a derrota eleitoral e resolveram abrir guerra contra Trump, forçando essa história de conluio até agora.
Pessoas incapazes de vivenciar ao menos imaginativamente o mistério da procriação não saberão jamais o que é um homem e o que é uma mulher. Não perceberão aí senão aparências visuais que podem ser facilmente macaqueadas com uma fantasia de carnaval. Tudo aquilo que chamam de sua vida sexual não passará nunca de uma imitação pueril. Hoje em dia são justamente essas pessoas que não apenas criam toda sorte de teorias sobre o sexo, mas às impõem à opinião pública e até lhes dão o valor de códigos legais obrigatórios para toda a sociedade.

Tomás de Aquino ensina que o sexo tem três finalidades:
1 - A finalidade natural, que é a procriação.
2 - A finalidade humana, que é o amor e a ajuda mútua (aí incluído o que ele chama de "direito de deleitar-se no corpo do cônjuge").
3 - A finalidade divina, que é a mútua santificação.
No caso da mulher que não possa ter filhos, por alguma razão, o casal tem o direito ao sexo não-procriativo, na medida em que não atrapalhe a terceira finalidade.
Precisa desenhar?



Agentes Comunitários de saúde e endemias manifestam-se sobre o atraso de salários, mesmo com verba já depositada em conta. Entenda no vídeo.
Íntegra do decreto de intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro
Decreto foi assinado nesta sexta-feira (16) pelo presidente Michel Temer no Palácio do Planalto, em Brasília.
Decreta intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso X, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1º Fica decretada intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2018.

§ 1º A intervenção de que trata o caput se limita à área de segurança pública, conforme o disposto no Capítulo III do Título V da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

§ 2º O objetivo da intervenção é pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro.

Art. 2º Fica nomeado para o cargo de Interventor o General de Exército Walter Souza Braga Netto.

Parágrafo único. O cargo de Interventor é de natureza militar.

Art. 3º As atribuições do Interventor são aquelas previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro necessárias às ações de segurança pública, previstas no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

§ 1º O Interventor fica subordinado ao Presidente da República e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção.

§ 2º O Interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção.

§ 3º O Interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção.

§ 4º As atribuições previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança pública permanecerão sob a titularidade do Governador do Estado do Rio de Janeiro.

§ 5º O Interventor, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, exercerá o controle operacional de todos os órgãos estaduais de segurança pública previstos no art. 144 da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

Art. 4º Poderão ser requisitados, durante o período da intervenção, os bens, serviços e servidores afetos às áreas da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para emprego nas ações de segurança pública determinadas pelo Interventor.

Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, de de 2018; 197º da Independência e 130º da República.

Colaboração Bia Kicis.
Mundo
Haiti abrirá investigação sobre escândalo sexual da Oxfam
O ministro das Relações Exteriores do Haiti, Antonio Rodrigue, anunciou na quinta-feira que o governo investigará as revelações que diretores e voluntários da organização Oxfam contrataram prostitutas haitianas após o terremoto de 2010 que devastou o país caribenho.

"De acordo com as informações que temos, há muita razão para acreditar que houve muitas coisas ruins (no escândalo). Por enquanto o governo vai abrir uma investigação sobre os fatos para determinar como avançar", informou Rodrigue.

Ele disse que, embora a Oxfam seja parceira do governo, a lei tem que ser respeitada "e nós temos que defender o interesse dos haitianos".

Rodrigue falou com a imprensa no Ministério de Planejamento e Cooperação, onde foi cancelada uma reunião convocada entre funcionários do governo e diretores de Oxfam, no Haiti.

Na última terça-feira, o presidente haitiano, Jovenel Moise, escreveu no Twitter que o ocorrido com a Oxfam no Haiti "é uma violação extremamente grave da dignidade humana".

O escândalo da Oxfam, uma ONG de origem britânica, foi descoberto pelo jornal "The Times" na semana passada e desde então renunciaram ou foram demitidos alguns de seus principais diretores.

As autoridades do Reino Unido também abriram uma investigação sobre como a Oxfam administrou o escândalo sexual em que participaram, em 2011, alguns dos seus funcionários no Haiti.



Maduro garante que comparecerá à Cúpula das Américas
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, garantiu na quinta-feira que estará na próxima Cúpula das Américas, que acontecerá em Lima nos dias 13 e 14 de abril, mesmo que "chova, troveje ou relampeie" para dizer "a verdade" sobre seu país.

"Eles não me querem em Lima, mas vão me ver, pois mesmo que chova, troveje ou relampeie, por ar, terra ou mar chegarei à Cúpula das Américas com a verdade da pátria de Simón Bolívar (...) lá chegará a verdade da Venezuela", afirmou Maduro em uma coletiva de imprensa com veículos internacionais.

O Peru, como país anfitrião, informou na terça-feira que a presença de Maduro na Cúpula "não será bem-vinda", uma decisão apoiada por Estados Unidos e pelo chamado Grupo de Lima, que reúne vários países das Américas, entre eles o Brasil

A decisão teve como base a Declaração de Québec de 2001, "que indica que a ruptura da democracia constitui um obstáculo insuperável para a participação de um Estado na Cúpula das Américas", afirmou então a ministra de Relações Exteriores do Peru, Cayetana Aljovín.

O chefe do Executivo venezuelano, por sua vez, afirmou hoje que recebeu do presidente peruano, Pedro Pablo Kuczynski, "várias cartas", a última "ontem às 16h (locais)" o convidando para a Cúpula das Américas.

Maduro mostrou aos veículos de informação presentes a carta, que ele garante que recebeu ontem à tarde e na qual é possível ler que Kuczynski estende seu convite a Maduro para participar da Cúpula das Américas, datada de 11 de novembro de 2017.

Para Maduro, o Grupo de Lima "é um grupo que existe e não existe. Que solta comunicados e que pretende que os mesmos sejam vistos como ordens que nós deveremos cumprir. Quem manda na Venezuela somos nós, não é Kuczynski, nem (o presidente colombiano Juan Manuel) Santos", acrescentou.

"A Venezuela não depende do Grupo de Lima para nada. Graças a deus temos um país total e absolutamente independente", defendeu o presidente.

O Grupo de Lima é integrado por Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Costa Rica, e também contou com a adição nos últimos dias de Estados Unidos, Guiana e Santa Lúcia.

O grupo foi criado em agosto de 2017 diante da impossibilidade de aprovar resoluções sobre a Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA) pelo bloqueio de alguns países aliados ao chavismo.


Brasil
Governo federal decide fazer intervenção na segurança do Rio
O Exército passará a ter responsabilidade sobre as polícias, os bombeiros e a área de inteligência do estado, inclusive com poder de prisão de seus membros

O presidente Michel Temer decidiu no início da madrugada desta sexta-feira, decretar intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. O Exército passará a ter responsabilidade sobre as polícias, os bombeiros e a área de inteligência do Estado, inclusive com poder de prisão de seus membros. O interventor será o general Walter Braga Neto.

Na prática, o oficial vai substituir o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), na área de segurança. A decisão do governo federal contou com o aval de Pezão.

Pela Constituição, cabe ao presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), convocar sessão para que as duas Casas Legislativas aprovem ou rejeitem a intervenção em dez dias. O decreto, que será publicado ainda nesta sexta-feira, tem validade imediata.

Enquanto a intervenção vigorar, não pode haver alteração na Constituição. Ou seja, nenhuma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) pode ser aprovada. É o caso da reforma da Previdência, que começa a ser discutida na segunda-feira pela Câmara. Discute-se a ideia de que a intervenção tenha os efeitos suspensos por um dia para que a votação ocorra.

A decisão pela intervenção foi tomada em uma reunião tensa no Palácio da Alvorada, com a presença de ministros e parlamentares. No mesmo encontro, Temer bateu o martelo sobre a decisão de criar o Ministério da Segurança Pública. A proposta partiu do presidente do Senado. Não se trata de uma ideia nova, mas ela foi desengavetada agora pelo Palácio do Planalto na tentativa de emplacar uma agenda popular, a sete meses e meio das eleições.

Pesquisas encomendadas pelo Planalto mostram que a segurança é uma das principais preocupações da população, ao lado da saúde. Na avaliação de auxiliares de Temer, as iniciativas de decretar a intervenção na segurança pública do Rio e de criar um ministério para cuidar da área passam a imagem de que o governo federal não está inerte e age para enfrentar o problema, embora a competência no setor seja dos estados.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), precisou ser convencido da decisão pela intervenção. O deputado se queixou de que não foi convidado a participar de reuniões sobre a crise na segurança desde o início da crise e demonstrou irritação com o ministro da Justiça, Torquato Jardim.

Inicialmente contra a intervenção no Rio, o deputado foi avisado de que seria responsabilizado publicamente pela crise na segurança do Estado, e acabou cedendo. Durante o encontro, a situação vivida no Rio foi comparada a uma “guerra civil”.

A intervenção é prevista no artigo 34 da Constituição, segundo o qual “a União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para manter a integridade nacional”. O artigo 60, parágrafo primeiro, diz que “a Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio”.

Propina financiava até IPVA e conta de luz de Gleisi, diz delator

Em depoimento inédito colhido pela Procuradoria-Geral da República, o advogado Marcelo Maran detalhou como dinheiro desviado dos cofres públicos financiou, além das campanhas eleitorais de Gleisi Hoffmann, o conforto da senadora e de sua família.

Segundo Maran, despesas comezinhas da atual presidente do PT e do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, eram bancadas por uma conta-propina abastecida, na ponta, pelo dinheiro do contribuinte. Os gastos incluíam gasolina, taxas de IPVA, conta de luz, condomínio, conserto de liquidificador, brinquedos para seus filhos e pequenos luxos, como motorista particular – informações que ela nega.

O futuro já pareceu bem mais róseo para Gleisi Hoffmann. Hoje ré em um processo e acusada em três investigações de receber um total de 23 milhões de reais em propina, a senadora e atual presidente do PT deve ser a primeira parlamentar no exercício do mandato a ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo de corrupção na Petrobras. Calcula-se que uma de suas ações deva entrar na pauta do tribunal ainda neste semestre. Nela, Gleisi e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, respondem por corrupção e lavagem de dinheiro, acusados de serem os destinatários de 1 milhão de reais desviados dos cofres da estatal (o delator Antônio Carlos Pieruccini contou à polícia como fazia chegar às mãos da senadora os pacotes de dinheiro). Dado que o Supremo é a última instância da Justiça, a parlamentar, se condenada, se tornará inelegível — proibida, portanto, de disputar eleições. Dependendo da pena, ainda pode ser presa. Mas não é só. Se as coisas não estão boas para Gleisi nesse processo, tampouco parecem melhores nas outras investigações.


Liberação de dinheiro do acordo da poupança será escalonada em 11 lotes

A homologação, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), da última ação sobre o acordo para compensar as perdas da caderneta de poupança com planos econômicos ainda não significa que o dinheiro será pago automaticamente. A liberação dos recursos depende dos bancos, que terão de validar as habilitações e preparar os sistemas para fazer os pagamentos, que serão escalonados em 11 lotes, conforme a idade dos correntistas.

Não será necessário se dirigir ao banco para receber os valores. O pagamento será feito diretamente na conta-corrente do poupador ou por meio de depósito judicial. Os honorários serão pagos diretamente aos advogados. Para aderir, o poupador deverá acessar um sistema eletrônico. Ele precisará comprovar a existência e o saldo da conta de poupança, por meio de cópia dos extratos bancários do período ou da declaração do Imposto de Renda.
Compensação
Assinado em dezembro entre a Advocacia-Geral da União (AGU), representantes de bancos e associações de defesa do consumidor e de poupadores, o acordo encerrará processos que se arrastam há mais de 20 anos na Justiça que tratam de perdas financeiras causadas a poupadores por planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. Herdeiros de poupadores falecidos estão contemplados no acordo, desde que exista ação judicial em nome do espólio.

O acordo estabelece que, quem tem direito a até R$ 5 mil, receberá à vista o valor sem desconto. Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, será paga uma parcela à vista e duas semestrais, com abatimento de 8%. A partir de R$ 10 mil, uma à vista e quatro semestrais, com redução de 14%. Aqueles com direito a receber mais de R$ 20 mil, terão 19% do valor descontado. A correção para os pagamentos semestrais será feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação. O calendário de pagamento seguirá a idade dos poupadores. Os mais velhos terão prioridade. Aqueles que executaram as ações em 2016 receberão somente no 11º e último lote.

Direito
Terão direito a receber os valores os poupadores que ingressaram com ações coletivas e individuais na Justiça pedindo o ressarcimento. No caso das individuais, poupadores ou herdeiros que acionaram a Justiça dentro do prazo prescricional (20 anos da edição de cada plano) também poderão receber os valores. Ainda poderão aderir os poupadores que, com ações civis públicas, entraram com execução de sentença coletiva até 31 de dezembro de 2016.

A adesão é voluntária. O acordo estabelece que a ação judicial será extinta logo após a manifestação do poupador. No entanto, era necessário que o Supremo Tribunal Federal homologasse o acordo em cada ação sobre o tema que tramitava na corte Federal para viabilizar a desistência do poupador do processo.

Quem não entrou com ação não terá direito a receber, porque o prazo para ingressar com esse tipo de processo prescreveu. O correntista que entrou com ação e perdeu não pode apresentar recurso.

Regras para o ressarcimento

Quem tem direito a receber?
- Poupadores que ingressaram com ações coletivas e individuais na Justiça pedindo o ressarcimento.
- No caso das individuais, poupadores ou herdeiros que acionaram a Justiça dentro do prazo prescricional (20 anos da edição de cada plano).
- Poupadores que, com ações civis públicas, entraram com execução de sentença coletiva até 31 de dezembro de 2016.

Quem não entrou com ação na Justiça terá direito a receber?
Não. O prazo para ingressar com ações desse tipo prescreveu.

Quem entrou com ação e perdeu pode apresentar um recurso?
Não.

É obrigatório aderir ao acordo?
Não, a adesão do poupador é voluntária. Após a adesão, a ação judicial será extinta.



Pernambuco
Alerta de chuvas moderadas a fortes na RMR nas próximas 24h
A previsão, emitida no final da tarde da quinta-feira (15) pela Apac, é que as regiões recebam chuvas de moderada a forte a partir das 21 horas da quinta

A população residente na Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata Norte, Mata Sul e Agreste de Pernambuco deve ficar atenta a intensas chuvas nas próximas 24 horas. A previsão para essas regiões, emitida no final da tarde desta quinta-feira (15) pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), é de chuvas de moderada a forte a partir das 21 horas desta quinta. O alerta é válido até o início da noite desta sexta (16) e há previsão também de alagamento na RMR.

Segundo a Apac, as chuvas serão provocadas por uma faixa que fazem parte da Zona de Convergência Intertropical (Zcit). O fenômeno, de acordo com o meteorologista Fabiano Prestrelo, circunda todo o planeta, concentrando mais na linha do Equador. No entanto, em determinados períodos do ano, a Zcit tem variações, podendo se deslocar tanto para o Hemisfério Norte quanto para o Hemisfério Sul.

“Nestes dias, a Zcit está mais para parte sul do planeta. Isso interfere diretamente no regime de chuvas do Nordeste. Já constatamos chuvas provocadas por este fenômeno no Rio Grande do Norte e na Paraíba, e essa mesma precipitação vem descendo para Pernambuco”, comenta Fabiano.

Alagamento
A população da RMR também deve ficar alerta quanto aos riscos de inundações nesta sexta. Os técnicos da Apac também previram maré alta no início da manhã. “Outra informação importante é que as fortes chuvas durante a madrugada junto com a alta da maré, que deve acontecer por volta das 6h da manhã, deve resultar em diversos pontos de alagamento no Grande Recife”.

O Sertão do Estado também deve receber chuvas durante o período. De acordo com o metereologista, na cidade de Sertania, nas últimas 24 horas, já choveu 79 mm, o esperado para todo o mês de fevereiro. “As fortes chuvas devem chegar em todas as regiões do Estado, inclusive o Sertão de Pernambuco”, informou.

A Defesa Civil do Recife orienta que moradores de locais de risco devem procurar abrigo em locais seguros. A Defesa Civil mantém um plantão permanente de 24h, podendo ser acionada pelo Fone 0800 081 3400. A ligação é gratuita.



SDS dobra o número de delegados nas unidades especializadas em homicídios
Ao todo, 46 profissionais vão atuar nas diversas regiões de Pernambuco. Notícia foi dada durante balanço mensal da secretaria. Meta é intensificar o combate aos crimes violentos letais intencionais
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) anunciou nesta quinta-feira (15) que está realizando uma ampliação de 119% no efetivo de delegados nas Delegacias de Polícia de Homicídios em todo o Estado. Agora, um grupo de 46 delegados especializados vai intensificar o combate aos chamados Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), prometendo mais agilidade nos inquéritos e aumento das prisões dos autores dos assassinatos.
Para o secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua, o reforço de delegados, agentes e escrivães irá contribuir para incrementar ainda mais a taxa de resolução de inquéritos de homicídios, que de acordo com ele já é quatro vezes superior à média nacional. “Estamos confiantes no trabalho desses 25 delegados. É importante lembrar que, em 2017, 2.249 homicidas foram presos pelas polícias de Pernambuco e, somente em janeiro de 2018, já são 130 capturados”, ressaltou.
Entre os novos delegados, 20 serão lotados na Região Metropolitana do Recife (Divisões Norte e Sul e DHPP), três irão para o Agreste (dois em Caruaru e um em Santa Cruz do Capibaribe), e os outros dois seguem para o Sertão (Araripina e Arcoverde).
Segundo a SDS, a chegada dos novos profissionais coincide com um momento em que a quantidade de homicídios vem caindo. De acordo com o balanço mensal divulgado pela Secretaria, em janeiro de 2018 o número de crimes desse tipo caiu 6% em relação ao mesmo período de 2017 (apresentando 448 casos, ou seja, 29 a menos que no ano anterior). A tendência já havia se mostrado em dezembro, quando houve 394 homicídios, 16,5% a menos que em dezembro de 2016. Para a SDS, um dos indicadores que mais ajudaram nesse sentido foi a diminuição dos latrocínios (roubo seguido de morte), que caíram 35,9%.

O balanço da SDS mostrou também uma redução de 66,6% nos casos de feminicídio registrados, bem como uma diminuição de 13,13% nos registros de estupro. Em termos regionais, Caruaru se destacou entre os municípios analisados, pois teria diminuído em 56% a quantidade de homicídios, quando comparando janeiro de 2017 e janeiro de 2018. Vale lembrar que apenas em setembro de 2017 foi publicado o decreto que institui o uso obrigatório da nomenclatura "feminicídio" nos boletins de ocorrência.

De acordo com as estatísticas da SDS, mais de 50% dos homicídios tiveram como motivação preliminar o envolvimento das vítimas com o tráfico de drogas e outras atividades criminosas. O segundo maior grupo é o de conflitos na comunidade, responsável por 12,5% dos assassinatos.


Com EFE, Veja, Folhape
Este é Kaique Abreu. Kaique é apenas um jovem brasileiro de apenas 22 anos. Kaíque foi condenado à pena de morte, sem direito de defesa, ou a um recurso de apelação. Sua execução foi sumária e levou poucos minutos.

O jovem cometeu o “crime” hediondo de ter nascido no Brasil, portar documentos nacionais, falar português, e festejar o carnaval.

Kaíque foi mais uma vítima de uma brutal violência no último carnaval brasileiro desta vez na cidade de Salvador. Mas poderia ser no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, ou em qualquer outro lugar. Um criminoso atacou-lhe covardemente de inopino, quando ele, sozinho, andava por uma rua da cidade baiana. Sem qualquer motivação aparente kaique tomou um chute na boca, fazendo com que caísse imediatamente. No chão e sem esboçar reação de defesa teve sua cabeça chutada inúmeras vezes. Foi levado desacordado para um hospital onde veio a falecer

O assassino foi identificado como Edson Rodrigues dos Santos, um criminoso de 27 anos. Ele relatou ao delegado que agrediu Kaique porque "queria descontar uma agressão que teria sofrido no circuito da folia e, portanto, agrediria o primeiro que passasse na sua frente".

O primeiro que passou pela frente do assassino foi o inocente Kaique, que agora será enterrado e nunca mais abraçará seus pais, seus amigos, despedindo-se definitivamente de todos seus sonhos e futuras realizações. Seu nome figurará como mais uma insignificante vítima da violência que assola o país e, que vem sendo tratada com a mais absoluta normalidade pelas autoridades nacionais.

O carrasco de Kaique externou aquilo que aprendeu e cultivou ao longo de sua porca e inútil existência: a falta de valor da vida humana no Brasil. O criminoso que ceifou esta vida, provavelmente, receberá visitas de advogados representantes dos “Direitos Humanos”, terá a garantia de refeições balanceadas, visitas íntimas e será acompanhado por psicólogos e “especialistas” em violência. Em pouquíssimo tempo ele receberá alguma benesse legal para deixar a cadeia, pois “ não representa risco algum para a sociedade e seu crime trata-se de um fato isolado”.

Enquanto os pais de Kaique chorarão a morte do filho, o criminoso rirá da justiça e se vangloriará de seu desprezível crime. Kaique foi condenado a cumprir sua pena em um cemitério e Edson será absolvido pelo imoral país da impunidade.

Talvez fosse o momento para a Ministra Carmen Lúcia Antunes Rocha, do STF, abraçar o assassino de Kaique para mostrar-lhe todo seu amor fraterno e dizer a ele que "o crime não se combate com violência e sim com mais amor ".

Kaique será somente mais uma estatística a ser usada nos infindáveis discursos demagógicos sobre a violência no Brasil.
A solução está em ações relativamente simples e muito mais baratas que os gastos desde então. Mais informações, ver o final do vídeo.